-
AutorLafis
-
Ano2026
-
Categoria
-
Analista ResponsávelThaís Virga Passos
A
indústria calçadista brasileira atravessa um período de forte retração
estrutural, resultado da sobreposição de choques externos e internos. A perda
de mais de 4 mil postos de trabalho em novembro de 2025 evidencia o agravamento
de um processo já em curso, marcado pela concorrência considerada desleal com
calçados asiáticos que ingressam no mercado nacional a preços
significativamente inferiores aos custos médios de produção doméstica. Esse
fenômeno pressiona margens, reduz volumes de produção e força ajustes severos
no nível de emprego, especialmente em polos industriais altamente dependentes
do setor.
Paralelamente,
o cenário externo vem se deteriorando de forma relevante com o endurecimento da
política comercial dos Estados Unidos. O chamado “tarifaço” dos EUA a diversos
produtos industriais do Brasil (incluso calçados) impactou diretamente as
exportações brasileiras de calçados, tradicionalmente concentradas naquele
mercado, reduzindo competitividade, cancelando pedidos e comprimindo receitas.
O resultado foi o pior desempenho para o mês de outubro em uma década, segundo
dados setoriais, sinalizando que o problema deixou de ser conjuntural e passou
a ter características estruturais, com efeitos claros sobre capacidade
instalada e fluxo de caixa das empresas.
A
combinação desses fatores — pressão competitiva no mercado interno e barreiras
comerciais no principal destino externo — cria um ambiente de dupla restrição
para a indústria calçadista. De um lado, a substituição do produto nacional por
importados de baixo preço; de outro, a dificuldade de compensar perdas internas
via exportações. Esse desequilíbrio reduz investimentos, acelera processos de
desindustrialização regional e compromete a sustentabilidade de cadeias
produtivas intensivas em mão de obra.
A
crise da indústria calçadista brasileira decorre da interação entre
concorrência externa predatória e choques comerciais internacionais adversos,
com impactos diretos sobre emprego, produção e competitividade. Sem
instrumentos eficazes de defesa comercial, política industrial e diversificação
de mercados, a tendência é de aprofundamento da retração setorial no curto e
médio prazos.
Especialista
do SetorThais Virga
-
AutorLafis
-
Ano2026
-
Categoria
-
Analista ResponsávelLarissa Curvelo
Em 2025, o preço do café
voltou a atingir patamares históricos no Brasil, após mais de duas décadas,
conforme dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da
USP).
No início do ano, o café arábica
atingiu a média registrada de R$ 2.565,41 por saca de 60kg, o maior valor real
da série histórica iniciada em 1999. Já o café canéfora também renovou
recordes reais, atingindo R$ 2.001,42 por saca, recorde desde 2001, início do
acompanhamento do Cepea. Os preços se mantiveram elevados em quase todo o ano,
com valores acima de R$ 2 mil a saca. A exceção ocorreu em julho com o anúncio
das tarifas dos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros.
O clima irregular
(chuvas irregulares e calor intenso no primeiro trimestre do ano) também
influenciou no campo, comprometendo o desenvolvimento das lavouras. Além disso,
a restrição de oferta global, com estoques ajustados, baixos e expectativas de
menor produção de café robusta no Vietnã, ajudaram a sustentar as cotações.
Internamente, dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estimam a
produção de café em 56,5 milhões de sacas em 2025, resultado positivo em anos
de bienalidade negativa do arábica, mas insuficiente para aliviar as pressões
nos preços.
Nos meses finais de 2025, as
incertezas climáticas no Brasil e no Vietnã voltaram a influenciar o mercado,
mantendo o ambiente de instabilidades nos mercados.
Analista Responsável Larissa Curvelo
-
AutorLafis
-
Ano2026
-
Categoria
-
Analista ResponsávelJaime William
Conforme dados do Instituto de Estudos de Saúde
Suplementar (IESS), em novembro de 2025, o número de beneficiários dos planos
de saúde médico-hospitalares alcançou 53,1 milhões, o maior patamar da série
histórica. O volume total de novos assitenciados cresceu 2,5% em 12 meses, com
a incorporação de mais de 1,3 milhão de usuários aos planos de saúde.
No mesmo período, os planos empresariais avançaram
4,1%, o equivalente a 1,54 milhão de novos vínculos. Em contrapartida, os
planos individuais ou familiares e os coletivos por adesão apresentaram
retração de 2,1% e 0,7%, respectivamente.
Na média de 12 meses, os planos empresariais
adicionaram aproximadamente 128 mil novos beneficiários por mês, enquanto o
mercado de trabalho registrou a criação média de cerca de 112 mil postos de
trabalho no mesmo período.
Esses dados demonstram que o mercado de trabalho
ativo impacta diretamente a dinâmica da saúde suplementar. Prova disso é que os
planos coletivos apresentaram crescimento mais intenso do que a atividade
econômica. Outro dado interessante é que 72,9% dos beneficiários de planos
médico-hospitalares estão vinculados aos planos empresariais, enquanto os
planos individuais ou familiares correspondem a 16,1% do total.
Contudo, apesar desse crescimento consistente, o
setor deve começar a se adequar às mudanças que vêm ocorrendo na composição
etária de sua cadeia assistencial, bem como à incorporação de novas tecnologias
não onerosas aos assistenciados.
Economista Responsável Jaime William Charles
-
AutorLafis
-
Ano2026
-
Categoria
-
Analista ResponsávelJaime William
A Comissão de
Turismo da Câmara dos Deputados aprovou o texto substitutivo apresentado pelo deputado Mersinho Lucena
(PP-PB), relator do projeto na Casa. Com isso, foi alterado o Projeto de Lei 4.782/2023, que obrigava as agências de viagens e
turismo a encaminharem aos clientes a passagem aérea ou comprovante de reserva
dentro de 24 horas após a efetivação do pagamento.
Pelo texto
original, caso os documentos não fossem entregues ao consumidor dentro desse
prazo, ele poderia optar entre três alternativas: reembolso imediato,
reagendamento da viagem ou uma nova reserva.
Na prática, o texto substitutivo estabelece que as agências de viagens e turismo emitam as
passagens aéreas ou comprovantes de reserva em no máximo 10 dias antes da data de embarque. Caso a compra seja efetuada dentro desse
período ou próxima à data do embarque, as empresas deverão fornecer aos
compradores todas as informações e condições operacionais para a emissão do
bilhete.
Além disso, o
comprovante somente poderá ser emitido após a confirmação dos serviços junto
aos fornecedores. Essa medida busca resguardar o direito do consumidor de
desistir ou cancelar a compra sem custos adicionais.
Se aprovado em
definitivo, essa alteração no texto garante maior segurança jurídica às
agências de viagens e turismo e prazo razoável para lidar com eventuais
contratempos. Contudo, vale lembrar que essa é apenas uma proposta, que ainda
passará por uma avaliação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, para se tornar Lei,
precisará ser aprovada tanto pela Câmara dos Deputados, quanto pelo Senado
Federal.
Economista Responsável Jaime William Charles
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelThaís Virga Passos
No
pós-pandemia e até 2024, a indústria têxtil e de confecções brasileira buscava
consolidar uma recuperação moderada, com crescimento da produção, faturamento e
emprego — apoiada na capacidade da cadeia nacional, que vai da fibra ao produto
final, e, na demanda interna relativamente resiliente. Porém, a partir de 2025,
esse quadro positivo passou a sofrer uma nova pressão externa com o impacto do
tarifaço imposto pelos EUA: cerca de 77,8% da pauta de exportações brasileiras
está sujeita a sobretaxas adicionais.
Para
o segmento de vestuário e produtos têxteis, o impacto é particularmente
preocupante: exportações para os EUA, historicamente entre os destinos
relevantes, tornam-se significativamente menos competitivas com tarifas extras
de até 50%.
Isso
pressiona o equilíbrio da balança comercial, reduz demanda por produção
destinada ao exterior e provoca risco de queda nas vendas — com estimativa de
perda de até 20 000 empregos diretos e indiretos na cadeia têxtil/confecção.
Diante
desse cenário, o setor, que já enfrentava concorrência de importados asiáticos,
altos custos internos e necessidade de modernização, vê agora agravada a
incerteza quanto à exportação. Isso reforça a necessidade de reorientação da
estratégia: menos dependência do mercado externo — especialmente dos EUA —
maior foco no mercado interno ou em novos destinos, aceleração de modernização
produtiva, adoção de eficiência e sustentabilidade, e articulação de políticas
públicas de apoio. Ao mesmo tempo, o setor nacional precisará ser mais
competitivo em custo e agregar valor — via design, qualidade, sustentabilidade
ou inovação — para resistir às pressões externas e às mudanças na configuração
global de comércio..
Especialista
do Setor Thais Virga
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelMarcel Carneiro
A discussão sobre uma possível bolha no mercado
global de inteligência artificial ganhou força diante do rápido aumento dos
investimentos, da valorização expressiva das empresas do setor e do ritmo de
adoção da tecnologia. O tema tornou-se central porque combina inovação
acelerada, expectativas elevadas e incertezas sobre a sustentabilidade
econômica de muitos projetos.
Os que acreditam na existência de uma bolha afirmam
que parte dos valuations atuais se distancia dos resultados efetivos,
refletindo projeções excessivamente otimistas sobre produtividade e receitas
futuras. Também destacam a forte concentração de capital em poucas empresas
líderes e a falta de comprovação da viabilidade econômica de diversos modelos
de negócio, o que poderia gerar correções abruptas caso o mercado revise suas
expectativas.
Já os que rejeitam a hipótese de bolha argumentam
que a IA apresenta efeitos concretos e imediatos na produtividade, justificando
grande parte do interesse e dos investimentos. Segundo essa visão, trata-se de
uma transformação estrutural, apoiada em demanda corporativa real e
investimentos duradouros em infraestrutura crítica, como chips e data centers.
Em síntese, o debate reflete um mercado em rápida
expansão, no qual convivem expectativas muito altas e fundamentos tecnológicos
sólidos. A avaliação final dependerá de como a tecnologia se consolidará nos
próximos anos, especialmente em termos de geração de valor econômico e
estabilidade dos modelos de negócio.
Analista Responsável Marcel Tau
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelLarissa Curvelo
Os preços do petróleo
operam em queda, diante do excesso de oferta e demanda moderada.
O relatório recente da Agência Internacional de
Energia (AIE) revisa suas estimativas e indica que a demanda global continuará
crescendo em 2025 e 2026, embora a oferta permaneça robusta, resultando em
superávit projetado para 2026. Assim, com a nova revisão, estima-se uma demanda
global de 830 mil bpd em 2025 e 860 mil bpd em 2026; e oferta de 3 milhões de
bpd em 2025 e 2,4 milhões de bpd em 2026.
Internamente, a Petrobras
revisou metas para enfrentar os preços de petróleo mais baixos do Brent.
A estatal aprovou o novo Plano de Negócios 2026-2030, que prevê US$ 109 bilhões em
investimentos, ligeiramente inferior ao plano anterior (2025-2029). Desse
total, cerca de US$ 78 bilhões são destinados à exploração e produção, US$ 20
bilhões a refino, transporte e comercialização, US$ 9 bilhões a gás e energias de
baixo carbono e US$ 2 bilhões em atividades corporativas, reforçando o foco em
crescimento e resiliência financeira diante do cenário atual.
Analista Responsável Larissa Curvelo
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelThaís Virga Passos
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelMarcel Carneiro
A Lafis projeta que a produção interna de alumínio
primário possa atingir cerca de 1.135 mil toneladas em 2026. Tal perspectiva,
considera crescimento marginal da produção setorial em relação ao estimado para
2025 (+0,2%). As perspectivas de bom desempenho dos principais setores
demandantes de alumínio, assim como a expectativa de crescimento moderado da
economia brasileira e aceleração marginal da atividade econômica global, foram
consideradas para a perspectiva de manutenção de um elevado nível de produção
de alumínio em 2026.
Nesse cenário, projetamos crescimento moderado das
exportações e das importações, em linha com a dinâmica do mercado interno e
externo.
Considerando uma cotação do alumínio em 2026
superior ao esperado para 2025 e a manutenção de um elevado nível de produção,
a Lafis projeta crescimento de 2,4% do faturamento nominal do setor de alumínio
em 2026, uma desaceleração em relação a forte base de comparação dos anos
anteriores, mas em um patamar ainda elevado.
Analista Responsável Marcel Tau
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelLarissa Curvelo
Um estudo da Associação Brasileira das Indústrias de
Óleos Vegetais (Abiove) projeta que a produção de soja no Brasil alcance 177,7 milhões de
toneladas em 2026. O volume de esmagamento permanece estimado em 60,5 milhões de
toneladas, resultando em uma produção de 46,6 milhões de toneladas de farelo.
Já a produção de óleo de soja foi ajustada para cima, chegando a 12,5 milhões
de toneladas, conforme projeção divulgada em 18/11/2025.
No campo do comércio exterior, a estimativa aponta para a
exportação de 111 milhões de toneladas de grãos exportados, além de 24,6
milhões de toneladas de farelo e 1,2 milhão de toneladas de óleo de soja. As
importações de óleo devem atingir 125 mil toneladas, enquanto a entrada de soja
no país deve somar 500 mil toneladas, para complementar a oferta interna.
No segmento de biodiesel, a Vale tem avançado em teste com maiores misturas
do biocombustível. A companhia iniciou avaliações com caminhões fora de estrada
de 190 toneladas de capacidade, utilizando misturas de B30 e B50 (30% e 50% de
biodiesel), acima do limite de B15 previsto na legislação brasileira. Os testes
estão sendo conduzidos no Complexo de Mariana, em Minas Gerais, e fazem parte
de iniciativas para ampliar o uso de combustíveis renováveis em operações
industriais.
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelJaime William
Com o objetivo de
fortalecer a educação básica no País, o Ministério da Educação (MEC)
estabeleceu metas importantes para serem alcançadas até 2026. Entre elas,
destaca-se a ampliação do número de matrículas em tempo integral e o aumento da
quantidade de escolas com acesso à internet. Segundo as projeções da pasta, a proporção de escolas conectadas deve
avançar de 64% para 80% no período. As estratégias para consolidar essas
mudanças devem ser definidas ainda este ano.
Além disso, o MEC
aguarda os resultados da as avaliações nacionais de alfabetização aplicadas no
âmbito do Saeb e do Compromisso Criança Alfabetizada, tendo como expectativa de
elevar de 58% para 64% o percentual de crianças alfabetizadas na idade adequada
— um dos principais indicadores da política educacional brasileira.
Outra medida
prevista para 2026 é a transformação do programa Pé-de-Meia — que concede
incentivo financeiro a estudantes do ensino médio — em uma política de Estado,
ou seja, garantindo sua continuidade, independentemente de mudanças de governo,
por meio de uma Emenda Constitucional ou outro instrumento legal equivalente.
Paralelamente, o
MEC, em parceria com a Universidade da Integração Latino-Americana (Unila),
busca fortalecer a integração regional da educação superior. A iniciativa envolve ações conjuntas com o
Parlamento Juvenil do Mercosul, o Concurso Caminhos do Mercosul e os encontros
de formação do Programa de Escolas Interculturais de Fronteiras.
Essas iniciativas
pretendem promover a regionalização do ensino superior latino-americano,
estimulando o intercâmbio educacional e fortalecendo o sentimento de
pertencimento entre os cidadãos da região.
Apesar das duas
iniciativas (fortalecimento da educação básica e a integração do ensino
superior), a Lafis prega
cautela diante dessas propostas. Isso porque 2026 será um ano eleitoral, período em que tradicionalmente
surgem projetos ambiciosos, mas com baixa viabilidade de implementação no longo
prazo — seja por limitações orçamentárias, seja por mudanças de prioridades no
ciclo político.
Além disso, políticas dessa magnitude — como a
expansão do ensino integral, a ampliação da conectividade escolar, a
institucionalização do programa Pé-de-Meia e a integração do ensino superior
latino-americano — exigem processos de adaptação complexos, extensos e de alto
custo. Trata-se de medidas que dependem não apenas de decisão política, mas
também de capacidade operacional, planejamento continuado e articulação entre
União, estados, municípios e instituições de ensino.
Economista Responsável Jaime William Charles
-
AutorLafis
-
Ano2025
-
Categoria
-
Analista ResponsávelJaime William
Em pouco mais de
seis meses de operação no país, o TikTok Shop alterou completamente a forma de interação entre vendedores e
consumidores, ao integrar em um único ambiente entretenimento, compras e
transações.
Durante a Black
Friday, realizada no dia 28 de novembro, sua primeira participação na data no Brasil, a plataforma registrou
resultados expressivos. Segundo dados divulgados pela própria companhia, a
receita bruta total transacionada na plataforma – GMV (Gross Merchandise Volume) - cresceu 128,7% quando comparado a última campanha promocional
feita pela plataforma, em 10 de outubro. As lives também apresentaram
desempenho positivo, com um avanço de 143,3% na mesma base de comparação.
Outros indicadores
que destacam a rápida maturação do modelo: os produtos do dia a dia mostraram o
melhor desempenho dentro do índice de vendas; os vendedores, que. publicaram
vídeos com maior frequência. registram maior taxa de conversão; e, a categoria
de saúde e beleza foi a que mais despertou interesse dos consumidores.
Esse conjunto de
dados reforçam a necessidade de adaptação tanto das empresas de marketplace
quanto das empresas vendedoras, especialmente em um ambiente de mudança de
comportamento dos consumidores, cada vez mais conectados, impulsionado por
tendências digitais e disposto a realizar compras a partir da interação
audiovisual.
Economista Responsável Jaime William Charles
Postagens Recentes
-
9 de janeiro de 2026 -
9 de janeiro de 2026 -
9 de janeiro de 2026 -
9 de janeiro de 2026
Video
Categorias
- Aços Longos (9)
- Aços não Planos (1)
- Aços Planos (10)
- Agricultura Geral (59)
- Algodão (1)
- Alimentos Geral (1)
- Alumínio (41)
- Atacadistas (34)
- Autopeças (41)
- Bicicletas e Motocicletas (35)
- Biodiesel (22)
- Café (31)
- Calçados (37)
- Carnes (Aves) (3)
- Carnes (Bovinos) (3)
- Carnes (Bovinos, Aves, Suínos) (60)
- Carnes (Suínos) (1)
- Celulares e Equipamentos de Comunicação (30)
- Celulose (4)
- Cerveja (68)
- Cimento (40)
- Combustíveis Automotivos (62)
- Comércio Varejista Geral (110)
- Construção e Mercado Imobiliário (70)
- Cosméticos e Higiene Pessoal (63)
- EBusiness (47)
- Embalagens (32)
- Energia Elétrica Distribuição (15)
- Energia Elétrica Geração (63)
- Energia Elétrica Transmissão (9)
- Energia Elétrica Transmissão e Distribuição (63)
- Fundição (28)
- Gás Natural (31)
- Hotéis e Turismo (61)
- Indústria do Fumo (2)
- Indústria Farmacêutica (40)
- Indústria Naval (4)
- Indústria Sucroalcooleira (66)
- Instituições de Ensino (51)
- Instituições Financeiras (76)
- Instituições Financeiras (1)
- Insumos Agrícolas (36)
- Laticínios (43)
- Linhas Branca Marrom e Port (37)
- Macroeconômico (23)
- Máq Agricolas Automotrizes (28)
- Máquinas e Equipamentos (37)
- Materiais de Acabamento (35)
- Meios de Pagamento (46)
- Mineração Geral (56)
- Minério de Ferro (5)
- Móveis (28)
- Navegação e Portos (71)
- Ouro (1)
- Papel e Celulose (43)
- Petróleo Produção e Refino (57)
- Planos de Saúde e Hospitais Privados (46)
- Plásticos (34)
- Pneus (34)
- Produtos Limpeza Doméstica (38)
- Química e Petroquímica Geral (51)
- Refrigerante e Água Mineral (25)
- Seguros (36)
- Shopping Centers (40)
- Siderurgia (55)
- Snacks Chocolates e Biscoitos (43)
- Soft Drinks Bebidas Não Alcoólicas (31)
- Soja e Biodiesel (36)
- Tecnologia da Informação (33)
- Telecomunicações (58)
- Telefonia Fixa (9)
- Têxtil e Confecções (42)
- Tintas e Vernizes (7)
- Transporte Aéreo (87)
- Transporte Ferroviário (57)
- Transporte Geral e Logística (1)
- Transporte Rodoviário (64)
- Trigos e Derivados (46)
- TV por Assinatura (2)
- Veículos Leves e Mobilidade (89)
- Veículos Pesados e Carroçarias (63)

