Novo no site?


Login


Esqueceu a Senha? (X)

Recuperar Senha


(X)

Digite sua nova senha


(X)

Já tem uma conta?


Inscreva-se


(X)
Farooq


BLOG LAFIS

Home Blog
  • Agricultura,Informação Setorial,Economia,Conjuntura,Alerta
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    Ao longo de 2019, o setor siderúrgico apresentou, em todos os segmentos, redução do volume de produção em relação ao ano anterior. Considerando dados dos últimos 12 meses até novembro 2019, a produção de aço bruto recuou 8,5%, de aços longos 3,6% e aços planos 7,14%. 

    Levando em consideração o volume de produção dos últimos 10 anos, nota-se que a produção siderúrgica manteve, em 2019, um patamar de produção relativamente baixo, em linha com o ritmo da atividade econômica e com as dificuldades apresentadas pelos setores demandantes de aço.

    Neste sentido, a produção de aços longos, que tem como importante destino de seus produtos o setor da construção civil, apresentou a maior redução em relação aos recordes de produção, com volume atual 25% inferior aos recordes históricos.

    Ainda em relação ao segmento de aços longos, a Lafis considera que, diante da retomada do mercado imobiliário, mas ainda sem grandes recuperações no segmento de grandes obras de infraestrutura, o segmento tenha potencial de mostrar melhores resultados em 2019, mas ainda aquém do volume de produção observado antes da recessão econômica brasileira.

    No segmento de aços planos, o maior nível de crescimento econômico esperado para 2020 pode contribuir para a demanda por bens de consumo duráveis que utilizam aço, tais como produtos da linha branca e automóveis, além de outros produtos, como, por exemplo, embalagens de aço. No entanto, os efeitos da crise econômica Argentina e seu impacto nos embarques de produtos nacionais para o país vizinho deve ser considerado na análise setorial, podendo contrabalancear o crescimento moderado esperado para atividade econômica interna.

    Especialista do Setor Marcel Tau

    • Agricultura,Informação Setorial,Economia,Conjuntura,Alerta
      • Autor
        Lafis
      • Ano
        2020
      • Categoria
      • Analista Responsável
        Fernanda Rodrigues
      De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), as vendas de Natal cresceram, em termos nominais, 9,5% em 2019 na comparação com o mesmo período do ano anterior, abrangendo os dias 1º a 20 de dezembro. Foram avaliadas cerca de 400 empresas em todo o País e que, diante deste resultado, seguem confiantes, apostando em um encerramento positivo em 2019 – as estimativas da Lafis apontam para um crescimento de 6,8% no faturamento do setor de shopping centers nacional.

      Tal avaliação, porém, foi contestada pela Associação Brasileira de Lojas Satélites (Ablos), que reúne lojas de pequeno e médio porte em um movimento de saídas dos shopping centers para a abertura de lojas no comércio de rua em contraposição às lojas âncoras. Apesar de não possuir uma metodologia específica para verificar o volume de vendas no período, a sondagem realizada pela associação com seus membros aponta que 70% tiveram suas vendas de Natal iguais ou piores em relação a 2018.

      Enquanto a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) não divulga seus resultados sobre o assunto, é importante avaliar também o fluxo de visitantes em shopping centers no período. Calculado pela consultoria FX Retail Analytics, o Índice de Visitas a Shopping Centers (IVSC) cresceu 17,8% entre novembro e dezembro de 2019, crescimento significativo mesmo após avançar 35,9% no mês anterior em virtude das promoções da Black Friday. Já em relação ao mesmo mês de 2018, houve um recuo de 1,38% no índice. Por fim, observou-se um crescimento também no volume financeiro negociado no período, igual a 92,6% em relação ao mês anterior e 8,4% na comparação com dezembro de 2018.

      Desta forma, apesar das contestações, a evolução positiva do comércio varejista no segundo semestre de 2019, bem como a conjuntura macroeconômica mais favorável à retomada da confiança dos consumidores – inflação controlada, manutenção de uma baixa taxa de juros estabilizada, melhora, ainda que lenta, do mercado de trabalho, e liberação dos recursos FGTS e PIS/Pasep – contribui para um maior otimismo quanto ao crescimento das vendas de Natal nos shopping centers do País, impulsionando o desempenho do setor ao final de 2019.

      Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

      • Agricultura,Informação Setorial,Economia,Conjuntura,Alerta
        A produção de veículos leves em 2019 apresentou um crescimento de 2,1% em relação à 2018, um acréscimo de 57,1 mil unidades. 

        Enquanto isso, as vendas internas de veículos leves cresceram 7,7%, cerca de 190,2 mil unidades a mais que no ano anterior. Contudo, as exportações apontaram uma retração de 31,6%, um decréscimo de 187,9 mil veículos leves, pressionando negativamente o resultado da produção do setor em 2019,

        As perspectivas de 2020 para o setor já consideram uma nova queda das exportações, tendo em vista a manutenção do quadro de retração da demanda argentina e a desaceleração mundial, que deve dificultar o crescimento das exportações.

        No cenário interno, a Lafis estima um crescimento das vendas, sobretudo pelo crescimento das vendas para frotistas, com destaque para as locadoras, uma vez que, o uso do transporte por aplicativos vêm crescendo no País, e a demanda das locadoras de veículos tende a acompanhar esse crescimento. Em 2017, a participação das vendas diretas das montadoras para locadoras foi de 33%, já em 2018, atingiu 42%, e em setembro de 2019, de acordo com os últimos dados consolidados, chegou a atingir 49% (Valor Econômico, Balanços de Localiza, Movida e Unidas).

        Por outro lado, a expansão das vendas internas também deverá ser limitada pelos impactos do crescimento da informalidade no mercado de trabalho brasileiro, uma vez que, a expansão do emprego atual tem sido pautada na expansão do emprego informal, cujo acesso ao crédito para aquisição de veículos tende a ser mais difícil.

        Especialista do Setor Laís Soares.

        • Agricultura,Informação Setorial,Economia,Conjuntura,Alerta
          • Autor
            Lafis
          • Ano
            2020
          • Categoria
          • Analista Responsável
            Felipe Souza
          A Azul, Linhas Aéreas vem tramando uma estratégia bastante arrojada para absorver uma parcela, cada vez maior do mercado da aviação comercial brasileiro.

          Após a Avianca perder grande parte do mercado nacional, sobretudo de voos regionais, a Azul acaba de anunciar a aquisição da Two Flex na intenção de estar presente nestas rotas que deixaram de ser atendidas. A Two Flex oferece serviços regulares de passageiros e cargas para 39 destinos no Brasil, os quais atendem rotas consideradas fora do eixo de maior densidade de voos.

          Em uma outra frente, o presidente da empresa, John Rodgerson, anunciou nesta semana que a companhia comprará 75 aeronaves da Embraer alegando que “A gente está em 150 cidades agora, mas queremos chegar a 200 cidades no país nos próximos 3 a 4 anos”, acrescentando que a companhia passará, em junho, a oferecer voos de Viracopos, em Campinas (SP), para Nova York.

          Em apenas 7 anos, o market share da Azul passou de 3% os atuais 23,6% se consolidando como a terceira maior empresa do setor, ameaçando, pela primeira vez as duas maiores Gol e Latam que detém respectivamente 37,6% e 34,3% de participação de mercado.

          Especialista do Setor Felipe Sanches

          • Agricultura,Informação Setorial,Economia,Conjuntura,Alerta
            • Autor
              Lafis
            • Ano
              2020
            • Categoria
            • Analista Responsável
              Marcos Henrique
            Na semana passada, EUA e China assinaram a primeira fase do tão esperado acordo comercial, em que o país asiático se comprometeu a comprar mais de US$ 200 bilhões de produtos norte-americanos (manufaturados, agrícolas, energia e serviços). O objetivo de Donald Trump é reduzir o expressivo déficit comercial com aquele país que, em 2018, atingiu US$ 420 bilhões. A demora na resolução do conflito tem aumentado a percepção de risco global, o que também tem produzido uma alta do dólar e uma menor expectativa de crescimento.

            O acordo ainda prevê mecanismos de proteção intelectual para resolução de patentes, redução de barreiras da China a serviços financeiros e o país asiático deverá permitir que empresas dos EUA participem da oferta de produtos destinados a seguro de vida, saúde e aposentadoria. Em contrapartida, Trump  cancelou, ainda em dezembro, tarifas programadas sobre celulares, laptops e brinquedos chineses, além de reduzir para 7,5% a tarifa de outros US$ 120 bilhões em produtos daquele país. 

            No que diz respeito ao Brasil, o sinal de alerta está aceso. Como parte do acordo entre os dois gigantes globais, barreiras comerciais para produtos agrícolas devem ser aliviadas na China, fazendo os EUA aumentarem sua participação neste segmento, exatamente onde o Brasil tem vantagens competitivas, além de ter transformado sua pauta comercial nas últimas décadas em uma pauta fortemente agrícola. Em 2019, pela primeira vez numa série histórica que tem quatro décadas, os produtos básicos tiveram maior participação nas exportações, com destaque para a soja, principal produto da agricultura brasileira cujo maior cliente, a China, é responsável por cerca de 75% da receita de vendas.

            Em contrapartida, com os EUA vendendo mais à China, é possível que se abram mais mercados para o Brasil, o que, por sua vez, também pode contribuir para redução da dependência em relação aquele país. Soma-se a isso, o cenário positivo que deve se seguir para a pecuária, com resultado positivo em 2019 puxado pela demanda chinesa e com boas perspectivas para este ano.  Portanto, ainda é cedo para pessimismo, mas deve-se acender o alerta com aumento da concorrência que virá, obrigando saídas diversificadas.

            Especialista do Setor Marcos Henrique

            • Veículos Pesados,Carroçarias,Ford,Informação Setorial,Economia,Scania
              De janeiro a dezembro de 2019, as vendas internas de caminhões apresentaram uma forte expansão em relação ao ano de 2018, um crescimento de 33%. No ano, a produção apresentou crescimento de 7,5%, um patamar de crescimento inferior ao observado nas vendas, pressionado negativamente pela queda das exportações.

              No ano, o destaque ficou para o desempenho das vendas de caminhões pesados. A participação da categoria na produção total de caminhões representou cerca de 55,4% do total de caminhões produzidos em 2019, ante 46,8% em 2018.

              Neste contexto, de acordo com os dados de emplacamentos, em 2019 a Mercedes-Benz aumentou sua participação nas vendas de caminhões no mercado brasileiro, além de manter a liderança. No ano, a montadora realizou aguns ajustes nas suas linhas Actros e Axor que pertencem a categoria de pesados. Assim, a participação da Mercedes cresceu 1,7 1,7 ponto porcentual (p.p), fechando o ano com uma participação de 31% do market-share de caminhões no País.

              Em segundo lugar, a Volkswagen/MAN manteve sua colocação (26,8%), seguida pela Volvo (16,8%), que apresentou uma elevação de 2,7 p.p na sua participação, tendo em vista, sua liderança nas vendas de caminhões pesados.

              Em quarto lugar, apareceu a Scania que tomou o lugar da Ford, com uma participação de 12,5% ante 6,3% da Ford.

              A Ford perdeu 5,8 p.p de participação em 2019, uma vez que, em fevereiro do último ano, a montadora decidiu interromper a produção de sua fábrica de São Bernardo do Campo e fechar as portas, deixando de participar da produção de caminhões no País, a partir de 2020.

              Analista do Setor Laís Soares

              • instituições de ensino, empresas do setor instituições de ensino, empresas do segmento instituições de ensino, setor instituições de ensino, segmento instituições de ensino, economia, macroeconomia
                No início de dezembro do ano passado, o Governo Federal anunciou uma portaria (nº 2.117/19) que altera a participação de aulas à distância na grade curricular dos cursos superiores no país, passando de 20% para 40%. Isto significa que um curso presencial com cinco aulas semanais, por exemplo, poderá oferecer dois dias de aula à distância (no limite) e três presenciais.

                A notícia foi bem recebida pelas empresas do setor, uma vez que as aulas online apresentam um custo mais baixo para as instituições de ensino por não necessitar de uma estrutura física relacionada às salas de aula, como acontece nos cursos 100% presenciais, além de uma menor carga horária de professores, já que as aulas são gravadas e/ou ao vivo e conseguem atingir um maior número de alunos. Esta característica permite, portanto, a cobrança de uma mensalidade mais barata, o que acaba atraindo o interesse de novos alunos. A resposta do mercado também foi positiva, elevando os valores das ações das principais empresas do setor negociadas na bolsa: no dia do anúncio, os papéis da Cogna, Yduqs, Ser Educacional e Anima avançaram, respectivamente, 7,08%, 4,25%, 7,57% e 2,31%, conforme divulgado no portal da revista Exame.

                Por outro lado, para conter a inadimplência do programa, o Ministério da Educação anunciou novas alterações nas regras do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), que possui hoje 584 mil estudantes com prestações atrasadas a mais de um ano. Dentre as alterações, estão: i) nota mínima de 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), enquanto a exigência anterior era não zerar, e nota média de 450 na parte objetiva do exame (o que se mantém em relação às regras anteriores); e ii) redução do total de vagas, prevendo-se uma oferta de 54 mil bolsas por ano a partir de 2021 (atualmente são 100 mil vagas).

                Desta forma, o setor que já vinha sendo impactado negativamente pelas alterações e restrições do programa em anos anteriores, volta a ficar atento com as novas regras. O receio das instituições privadas é que tais mudanças restrinjam o acesso ao financiamento, o que já vem acontecendo nos últimos anos, quando boa parte das vagas ficou ociosa em virtude de alterações como a anunciada no final de 2019, prejudicando a entrada de novos alunos nos cursos de ensino superior privado.

                Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

                • móveis, empresas do setor móveis, empresas do segmento móveis, setor móveis, segmento móveis, economia, macroeconomia
                  • Autor
                    Lafis
                  • Ano
                    2020
                  • Categoria
                  • Analista Responsável
                    Marcel Carneiro
                  Considerando dados entre janeiro e novembro de 2019, a produção moveleira apresentou estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior (-0,1%). Cabe destacar que a produção setorial apresentou bastante oscilação entre os meses, com alguns meses apresentando forte crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior e queda significativa em outros. 

                  É importante destacar que, com a retomada gradual do mercado imobiliário a tendência do setor é voltar a crescer, ainda que distante da produção observada no auge da produção moveleira e em ritmo lento, pois os principais indicadores econômicos apontam para uma retoma gradual nos próximos anos. 

                  Além disso, o volume de vendas de móveis no varejo apresentou crescimento de 2,9% no acumulado em 12 meses até outubro e o bom desempenho dos últimos dados divulgados, corrobora uma perspectiva de aumento dos pedidos junto aos produtores do setor nos curto e médio prazos.

                  Especialista do Setor Marcel Tau.

                  • veículos leves, empresas do setor veículos leves, empresas do segmento veículos leves, setor veículos leves, segmento veículos leves, economia, macroeconomia
                    A produção de veículos leves em 2019 apresentou um crescimento de 2,1% em relação à 2018, um acréscimo de 57,1 mil unidades. 

                    Enquanto isso, as vendas internas de veículos leves cresceram 7,7%, cerca de 190,2 mil unidades a mais que no ano anterior. Contudo, as exportações apontaram uma retração de 31,6%, um decréscimo de 187,9 mil veículos leves, pressionando negativamente o resultado da produção do setor em 2019,

                    As perspectivas de 2020 para o setor já consideram uma nova queda das exportações, tendo em vista a manutenção do quadro de retração da demanda argentina e a desaceleração mundial, que deve dificultar o crescimento das exportações.

                    No cenário interno, a Lafis estima um crescimento das vendas, sobretudo pelo crescimento das vendas para frotistas, com destaque para as locadoras, uma vez que, o uso do transporte por aplicativos vêm crescendo no País, e a demanda das locadoras de veículos tende a acompanhar esse crescimento. Em 2017, a participação das vendas diretas das montadoras para locadoras foi de 33%, já em 2018, atingiu 42%, e em setembro de 2019, de acordo com os últimos dados consolidados, chegou a atingir 49% (Valor Econômico, Balanços de Localiza, Movida e Unidas).

                    Por outro lado, a expansão das vendas internas também deverá ser limitada pelos impactos do crescimento da informalidade no mercado de trabalho brasileiro, uma vez que, a expansão do emprego atual tem sido pautada na expansão do emprego informal, cujo acesso ao crédito para aquisição de veículos tende a ser mais difícil.

                    Especialista do Setor Laís Soares.

                    • café, empresas do setor café, empresas do segmento café, setor café, segmento café, economia, macroeconomia, cafeeiro, setor cafeeiro, segmento cafeeiro
                      A primeira estimativa do IBGE para a safra de café foi de 3,4 milhões de toneladas, ou 56,4 milhões de sacas de 60 kg, equivalente a alta de 12,9% em relação a 2019. Para o arábica (maior parte da colheita), a estimativa é de alta de 22,1%, cerca de 42,2 milhões de sacas de 60kg; o rendimento médio deverá apresentar um crescimento de 16,2%, enquanto a área plantada e a área a ser colhida aumentam em 4,2% e 5,0%, respectivamente. Destaca-se, contudo, que o ano de 2020 é de bienalidade positiva, quando as plantas estão fisiologicamente recuperadas.

                      O IBGE destaca que “os preços do produto se recuperaram a partir do final de 2019, o que deve incentivar os produtores a aumentarem os investimentos em tratos culturais e adubação. Até o presente momento, não se tem notícias de maiores problemas com o clima nas principais regiões de produção cafeeira do País, o que deve também refletir na produção”. Além disso, O consumo de café deve crescer cerca de 2,5% no Brasil, de acordo com projeção da Euromonitor. A estimativa da consultoria é de que cada brasileiro consuma, em média, 890 xícaras no ano, e que em 2024, o volume ultrapasse as 1.000 xícaras anuais, expandindo os investimentos, não apenas na lavoura, mas em toda uma indústria que envolve da tecnologia do preparo aos serviços dos chamados cafés “gourmetizados”.

                      Ao longo de 2019, o Brasil embarcou 36,2 milhões de sacas de café, acima do recorde registrado em 2015, de 33,4 milhões. Com isso, encerra-se o rali internacional iniciado em outubro quando a cooperativa Cooxupé  afirmou que os estoques estavam baixos frente à forte demanda. Embora o Brasil tenha concorrentes importantes no plano internacional - especialmente no sudeste asiático e, na América Latina, a Colômbia - é preciso ressaltar a qualidade do produto do País, o que o coloca à frente dos concorrentes. Assim, de modo geral, não há fatores que façam crer que o Brasil tenha sua liderança ameaçada no curto e médio prazo. 

                      Especialista do Setor Marcos Henrique

                      • atacadistas, empresas do setor atacadistas, empresas do segmento atacadistas, setor atacadistas, segmento atacadistas, economia, macroeconomia
                        • Autor
                          Lafis
                        • Ano
                          2019
                        • Categoria
                        • Analista Responsável
                          Fernanda Rodrigues
                        No início de dezembro deste ano, a Secretaria de Secretária Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, anunciou alteração na Norma Regulamentadora nº 16 e excluiu o adicional de periculosidade para caminhões fabricados com tanque suplementar e certificados por órgão competente.

                        A medida foi bem recebida pelas empresas do setor atacadista distribuidor por entenderem que o tanque suplementar não representava um risco real aos motoristas e, portanto, o adicional de periculosidade era um custo desnecessário aos empresários. A revisão da norma foi possível graças à atuação da assessoria jurídica da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD) por meio do Comitê Agenda Política.

                        Observa-se, portanto, a importância da atuação de tais associações junto ao governo para viabilizar medidas regulatórias que promovam um ambiente de negócios mais favorável à geração de novos investimentos ao longo da cadeia de distribuição no país. Neste sentido, outras medidas estão sendo discutidas com prioridade pelas autoridades do setor, como: i) regulamentação dos contratos de distribuição; ii) comercialização de Medicamentos Isentos de Prescrição no Varejo (MIPs); iii) marco regulatório de transporte e cargas perigosas; iv) reforma tributária; v) representante comercial; e, por fim, vi) adicional de periculosidade para motocicletas (ABAD, 2019).

                        Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

                        • materiais de acabamento, empresas do setor materiais de acabamento, empresas do segmento materiais de acabamento, setor materiais de acabamento, segmento materiais de acabamento, economia, macroeconomia
                          Segundo últimos dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), as vendas para o mercado interno de painéis de madeira avançaram 0,5% entre janeiro a setembro de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as vendas do setor para o mercado exterior recuaram 9,3%, na mesma base de comparação. Tal cenário, está em linha com o baixo crescimento econômico brasileiro assim como as maiores restrições observadas no mercado externo, marcado pela guerra comercial entre Estados Unidos e China.

                          A Lafis destaca que, para os próximos anos, as vendas para o mercado doméstico devem avançar, com a contribuição do mercado imobiliário, que apresentou uma evolução dos lançamentos ao longo de 2019 e é um dos fatores que contribuem para a demanda setorial. O avanço, ainda que lento, da atividade econômica e melhoria nos níveis de emprego também contribuem para uma perspectiva de maior nível de vendas no mercado interno, responsável pela absorção da maior parcela da produção do setor.

                          Especialista do Setor Marcel Tau

                          • máquinas agricolas, empresas do setor máquinas agricolas, setor máquinas agricolas, economia, macroeconomia, máquinas automotrizes, empresas do setor máquinas automotrizes, setor máquinas automotrizes

                            Mudanças macroeconômicas, como a recente aprovação da reforma da previdência, são fatores estimulantes para a economia, o que tem elevado as projeções de crescimento para o próximo ano. Do ponto de vista micro, o Plano Safra inclui R$9,6 bilhões em crédito ao setor, acima dos R$8,9 bilhões da safra anterior, o que também contribui como estímulo à produção. No entanto, o setor encontra-se apreensivo, tendo em vista a expectativa de que os recursos acabem em breve, por volta de março de 2020.

                            Com tom mais liberalizante, ao menos na economia, o governo Bolsonaro pretende reduzir aos poucos a participação do setor público na oferta de crédito. Fortemente dependente de créditos e subsídios, o setor agrícola está em momento de transição para mecanismo de financiamento no setor privado, aproveitando-se um cenário de juros historicamente baixos. Aliado a isso, a escolha de Alberto Fernández como presidente da Argentina, tem potencial para alteração da rota liberalizante que vinha sendo adotada por Mauricio Macri, o que certamente produzirá atritos com o mercado, podendo aumentar as incertezas quanto à economia do país.

                            Principal cliente do Brasil na compra de veículos e, inclusive máquinas agrícolas, o setor vem sentido os efeitos da crise no país vizinho. As vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias no Brasil, em outubro, somaram 4,2 mil unidades, queda de 16,2% ante mesmo mês do ano passado e recuo de 15% em relação a setembro, apontaram dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).  Atrasos no Plano Safra e queda nas exportações, estão entre as principais razões para o desempenho negativo.

                            Especialista do Setor Marcos Henrique

                            • autopeças, empresas do setor autopeças, empresas do segmento autopeças, setor autopeças, segmento autopeças, economia, macroeconomia
                              • Autor
                                Lafis
                              • Ano
                                2019
                              • Categoria
                              • Analista Responsável
                                Lais Cristina
                              As vendas de autoveículos no Brasil em 2019 deverá atingir cerca de 2,8 milhões unidades, entre automóveis, caminhões e ônibus, crescimento de quase 9% ante 2018, as perspectivas das vendas de veículos no país para os próximos anos ainda é crescente. 

                              Diante deste cenário, a Fras-le, pertencente ao grupo Randon, comprou a Nakata Automotiva, empresa fabricante de pastilhas, lonas e discos de freios, que atua no mercado de peças de reposição com componentes destinados tanto para veículos leves, como pesados e motocicletas.

                              A aquisição da empresa foi de R$ 457 milhões para a compra integral das ações e de todos os negócios da Nakata. A operação faz parte do plano estratégico de crescimento da Fras-le, que nos últimos anos efetivou diversas aquisições e parceiras nacionais e internacionais. A aquisição deverá ser concluída no segundo trimestre de 2020.

                              De acordo com as perspectivas da Lafis, em linha com a projeção para o crescimento das vendas de veículos e produção das montadoras no País, principal canal de distribuição das fabricantes de autopeças, a produção de autopeças deverá apresentar um crescimento de 7,8% em 2019. Somado a esse movimento estima-se um crescimento do faturamento do segmento de autopeças para montadoras, esta que representa 60% do faturamento do setor. Para 2020, estima-se uma continuidade do crescimento do setor de autopeças, que deverá acompanhar o movimento das montadoras. 

                              Especialista do Setor Laís Soares.