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  • energia elétrica,  setor energia elétrica, segmento energia elétrica, economia, macroeconomia, geração energia, setor geração energia, segmento geração energia
    Entre janeiro e maio de 2020, o consumo de energia elétrica recuou 4,0% no Brasil em relação ao mesmo período do ano anterior. Por classe de consumo, o desempenho no período foi: -9,6% no segmento comercial, - 5,6% no segmento industrial e - 2,1% em outros. O segmento residencial apresentou relativa estabilidade do consumo no período (+0,3%).

    Dentre os maiores setores industriais, as maiores retrações foram observadas nos setores de veículos automotores (-27,5%), produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-16,6%) e fabricação de produtos têxteis (-15,0%). Os únicos segmentos industriais dentre os principais que apresentaram aumento do consumo e colaboraram para que a retração do setor não fosse ainda mais significativa foram: produtos alimentícios (+1,4%) e metalurgia (+0,4%), que juntos representaram aproximadamente 38% do consumo industrial entre janeiro e maio de 2020.

    Um outro movimento observado na mesma base de comparação para o consumo de energia elétrica foi a expansão do consumo do segmento livre (+1,7%) enquanto o consumo cativo recuou 5,2%. Tal movimento já foi observado nos últimos anos e está em linha com a estratégia dos grandes consumidores em migrar para um segmento que possibilite a redução de custos e melhor planejamento energético (mercado livre).

    Especialista do Setor Marcel Tau.

    • instituições financeiras, bancos, crédito, empresas do setor instituições financeiras, empresas do segmento instituições financeiras, setor de instituições financeiras, economia, macroeconomia
      A partir deste mês de julho, a Lafis abrangerá em seu estudo setorial de Instituições Financeiras não apenas a estrutura e o desempenho dos bancos tradicionais, como também das fintechs. Segundo definição do Banco Central do Brasil, as fintechs (financial-technology-intensive) são startups que fazem uso intensivo de tecnologia e ofertam produtos por meio de plataformas eletrônicas. Além disso, permitem a inovação financeira via tecnologia ao desenvolverem novos modelos de negócios, aplicativos, processos ou produtos 100% digitais.

      Neste sentido, em sua última edição, o Radar Fintechlab apontou um crescimento de 33% no volume de fintechs e iniciativas de eficiência financeira em atuação no Brasil, passando de 453 empresas em agosto de 2018 para 604 em junho de 2019, uma aceleração em relação ao avanço observado no período anterior (23%), entre junho de 2017 e agosto de 2018. Ainda segundo esta pesquisa, os bancos digitais especificamente apresentaram um crescimento de 50% entre 2018 e 2019, passando de 8 para 12 empresas deste segmento. Porém, a modalidade com maior participação no ecossistema nacional de fintechs é o setor de pagamentos, com 151 empresas em junho de 2019, um crescimento de 43% em relação à agosto de 2018, alcançando uma participação 29% no total de fintechs atuantes no Brasil. Já as empresas digitais relacionadas à concessão de crédito e investimento representam, respectivamente, 18% e 8,4% do total de empresas deste mercado.

      Para os próximos anos, a expectativa é que o número de bancos digitais siga crescendo, bem como a oferta de serviços online pelos bancos tradicionais, principalmente após a pandemia do Covid-19. Isto porque, diante das medidas de isolamento social, as transações bancárias realizadas por pessoa física via canais digitais cresceram 22% entre janeiro e abril deste ano, enquanto via agências e pontos de autoatendimento, as transações recuaram 53% e 19%, respectivamente, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Tal comportamento tende a acelerar os investimentos do setor em tecnologia, que em 2019 apresentou um crescimento de 48,3% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 8,6 bilhões, o maior patamar dos últimos cinco anos (Febraban, 2020).

      Para saber mais sobre o setor de Instituições Financeiras e outras atualizações setoriais entre em contato conosco através do email: atendimento@lafis.com.br.

      Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

      • combustíveis, empresas do setor combustíveis, empresas do segmento combustíveis, setor combustíveis, segmento combustíveis, economia, macroeconomia
        Para tornar o setor muito mais coeso e informativo, houve inclusão de mais um elo da cadeia de valor dos combustíveis automotivos: os postos revendedores - ou postos de gasolina.

        Assim, a nova abordagem do setor compreenderá os segmentos: distribuição e revenda dos combustíveis automotivos, com enfoque em suas estruturas produtivas, custos, preços, demanda, além das projeções de vendas e faturamento.  Além disto, a Lafis incluiu o GNV para compor a gama de combustíveis automotivos a ser retratada nos estudos do setor. Deste modo o Relatório irá abordar o processo de geração de valor da gasolina, etanol, óleo diesel e GNV que perpassa os elos da distribuição e revenda para o consumidor final. 

        Esta será a nova configuração de um setor que, diante de projeções Lafis de que as vendas de combustíveis só voltem ao patamar pré-crise em 2022. Por isso, tanto as distribuidoras, quanto os postos revendedores devem se preparar para um tempo de muita incerteza e volatilidade de preços. 

        Para saber mais sobre o setor de Combustíveis Automotivos e outras atualizações setoriais entre em contato conosco através do email atendimento@lafis.com.br.

        Especialista do Setor Felipe Souza.

        • mineração, empresas do setor mineração, empresas do segmento mineração, setor mineração, segmento mineração, economia, macroeconomia
          • Autor
            Lafis
          • Ano
            2020
          • Categoria
          • Analista Responsável
            Marcos Henrique
          A reabertura econômica da China, EUA e países da Europa, que elevou a demanda mundial por minério de ferro, somada ao fato de o Brasil ter assumido o posto de epicentro do novo coronavírus (Covid-19) e, portanto, poder enfrentar forte paralisação da produção ou fechamento de suas fronteiras,  está movimentando excessivamente as operações de mineração mundo afora. Com isso, o preço da tonelada do insumo voltou a rondar patamares de US$ 100 no mercado internacional, o que deverá se manter nos próximos meses, supondo que, haja uma segunda onda de contaminação que obrigue novas paralisações, esta não deverá ser tão intensa.

          As exportações de minério de ferro do Brasil chegaram a 30,05 milhões de toneladas em junho desse ano, registrando o maior volume mensal em 2020. O que representa um aumento de 1,3% em comparação a junho de 2019. As exportações de minério de ferro originaram US$ 1,88 bilhão (cerca de 9,4 bilhões) em receita, cujo valor é 8,7% menor do que o gerado em no mesmo mês do ano passado, época em que os preços do mineral estavam no nível mais alto com o rompimento da barragem da Vale (VALE3) em Brumadinho, em Minas Gerais.

          A Vale informou, no final de 2019, que previa a produção de 340 milhões a 355 milhões de toneladas de minério de ferro em 2020. A empresa vinha se recuperando após ter tido parte de sua capacidade paralisada após o desastre de Brumadinho (MG) no começo de 2019. A tragédia ocorrida na ocasião, foi decisiva para o desequilíbrio dos fundamentos entre oferta e demanda.

          Adicionalmente, a desvalorização do real tem contribuído decisivamente para o setor, que depende das exportações. A recuperação nas exportações brasileiras coincide com uma expansão em junho da atividade industrial da China -- maior importadora global de minério de ferro -- diante do relaxamento de medidas impostas para contenção da epidemia de coronavírus.

          Especialista do Setor Marcos Henrique. 

          • linha marrom, empresas do setor linha marrom, setor linha marrom, economia, macroeconomia, linhas branca,  setor linhas branca, eletrodomésticos, portatéis, empresas do setor portatéis, setor portatéis
            De acordo com a divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) elaborada pelo IBGE, a produção industrial apresentou um crescimento de 7% em maio em relação a abril. Já a produção da indústria elétrica, que abrange a produção de eletrodomésticos, apresentou uma alta de 13,2%. 

            De acordo com uma pesquisa realizada pelo Movimento Compre&Confie em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro faturou 56,8% a mais de janeiro a maio de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, Dentre as três categorias que registraram maior crescimento, destaca-se o crescimento da categoria: Eletroportáteis, com 85,7% e faturamento de R$ 1,0 bilhão. Já com um crescimento um pouco menor, mas ainda bastante expressivo, a pesquisa revelou um crescimento de 51% na categoria de Eletrodomésticos, com um faturamento de R$ 4,2 bilhões.

            Os resultados preliminares de junho para o comércio varejista do setor de linha branca, marrom e portáteis também são positivos, segundo o Boletim Cielo, que apresenta o impacto da crise do Covid-19 no faturamento nominal do varejo, na semana, de 21 a 27 de junho, enquanto o grupo de móveis, eletro apresentou um crescimento de 3,5% em relação ao mesmo período de 2019, o varejo total apresentou uma queda de 24,1%. 

            À medida que a pandemia se estende, e o isolamento social continua sendo recomendado pelas autoridades, as pessoas acabam revendo suas necessidades, as mudanças de hábitos dos consumidores durante esse período, tendem a favorecer a elevação da demanda de eletroportáteis, eletrodomésticos, itens de que facilitam o dia a dia no lar e torne-o mais aconchegante. O crescimento para satisfazer as novas necessidades do consumidor brasileiro durante o período de quarentena, sobretudo das classes AB, deve minimizar a queda da receita e produção do setor de linha branca, marrom e portáteis em 2020.

            Especialista do Setor Laís Soares.

            • pandemia,coronavirus,covid-19,informação,setorial,impactos,economia,quarentena,isolamento,hotéis,turismo,hotelaria,queda,serviços
              • Autor
                Lafis
              • Ano
                2020
              • Categoria
              • Analista Responsável
                Fernanda Rodrigues
              De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o volume de atividades turísticas no Brasil recuou 54,5% em abril deste ano em relação ao mês anterior, sendo esta a maior queda da série histórica iniciada em janeiro de 2011. Este foi o quarto recuo consecutivo, acumulando uma queda de 20,9% neste primeiro quadrimestre de 2020. De forma semelhante, na comparação com abril de 2019, o volume de atividades relacionadas ao turismo no País sofreu uma queda de 67,3%, a mais intensa já observada desde o início da PMS, o que reverteu a trajetória de crescimento na variação acumulada em 12 meses para um recuo igual a 5,1% até o referido mês, interrompendo uma sequência de 18 taxas positivas e consecutivas nesta base de comparação.

              Assim como os resultados das demais atividades econômicas afetadas pela pandemia, o desempenho do turismo nacional no mês de abril mostra um impacto mais intenso do isolamento social, uma vez que neste período foram 30 dias completos de paralisação do setor em diversas regiões do País, enquanto que em março as medidas de combate ao Covid-19 foram implantadas apenas nos últimos 10 dias do mês, o que justifica um recuo menor.

              Dentre as principais atividades que levaram à queda expressiva do volume de serviços turísticos estão aquelas impactadas diretamente pelas restrições na circulação de pessoas, como transporte aéreo e rodoviário (ambos de passageiros), hotéis, restaurantes e outros serviços de comida preparada. Regionalmente falando, os estados mais atingidos pelo vírus possui importante peso para a atividade turística no Brasil, o que contribui ainda mais para uma queda sem precedentes na história do setor. Das 27 unidades federativas contempladas na pesquisa, 26 recuaram no mês de abril, com destaque para São Paulo (-52,0%) e Rio de Janeiro (52,7%).

              Diante deste cenário, a Lafis acredita não apenas em queda significativa no faturamento do setor de hotéis e turismo no Brasil em 2020, uma das maiores dentre os setores avaliados pela nossa consultoria, mas também em uma difícil recuperação mesmo após o fim do isolamento social. Isto porque, além da drástica queda na receita, o turismo nacional sofrerá com o receio dos indivíduos para voltar a viajar, seja a lazer ou a negócios, até o surgimento de uma vacina eficaz contra o Covid-19. Além disso, a lenta retomada do mercado de trabalho após a quarentena impedirá que as famílias destinem parte de sua renda, ainda fragilizada, para gastos com lazer e entretenimento, priorizando o consumo de itens essenciais até a retomada mais consistente da economia e, consequentemente, da confiança destes agentes. 

              Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

              • isolamento,quarentena,economia,economia,setorial,informação,covid-19,coronavirus,pandemia,indústria,sucroalcooleiro,sucroalcooleira,alcool
                O Governo Federal apresentou recentemente, no Palácio do Planalto, o Plano Safra 2020/2021, que contará com R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, um aumento de R$ 13,5 bilhões em relação ao plano anterior.“Desse total, R$ 179,4 bilhões são para custeio e comercialização e R$ 57 bilhões para investimentos nos diversos setores produtivos do agro. São valores que foram corrigidos muito acima da inflação do período”, destacou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, em discurso no lançamento do programa.

                O secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, afirmou que incluíram no plano linhas de crédito para apoiar o setor da cana-de-açúcar, que “foi atingido de várias maneiras”, principalmente o etanol, pela crise da COVID-19. De acordo com o secretário, “as usinas e produtores de cana-de-açúcar  e seus produtos terão acesso a recursos do Plano Safra para formar estoques e conseguir negociar em uma melhor condição de mercado”.

                Por outro lado, Evandro Gussi, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), afirmou em entrevista que a indústria de cana e etanol nunca esteve tão ameaçada, em referência à nova investida da Advocacia-Geral da União (AGU) para mudar a fórmula de cálculo das indenizações devidas pela União às usinas por prejuízos causados com o tabelamento de preços nas décadas de 1980 e 1990. A combinação de retração da demanda com preço em queda é desastrosa para o setor, mas as usinas buscam um nível fortíssimo de eficiência. É um ano “desafiador”, ressalta o presidente da Unica. Sobretudo, acrescenta ele, porque o setor pode ser vítima de uma “transformação de jurisprudência com terríveis efeitos para o mundo econômico e jurídico”.

                Especialista do Setor Marcos Henrique.

                • pandemia,coronavirus,covid-19,informação,setorial,impactos,economia,quarentena,quarentena,energia elétrica,transmissão ,distribuição,oil & gás
                  Recentemente foi regulamentada a “Conta Covid” para o setor de energia elétrica, que consiste em um empréstimo de até R$ 16,1 bilhões ao setor elétrico que está sendo negociado pelo BNDES junto a bancos públicos e privados.

                  No entanto, embora tais recursos sejam importantes para o setor de energia elétrica e para o segmento de distribuição, eles não são suficientes para resolver a delicada situação das distribuidoras de energia elétrica, que tiveram que arcar com o aumento da inadimplência, além de manter o fornecimento de energia elétrica a despeito do pagamento das contas, política adotada pelos agentes do setor para que os clientes das concessionárias não ficassem sem energia elétrica diante da crise sanitária e econômica provocada pelo Covid-19.

                  Ao portal de notícias Valor Econômico, Marco Madureira, presidente da Abradee (associação das distribuidoras) afirmou: "Há muito a avançar, não ficou resolvido o problema. A 'Conta Covid' viabiliza recursos para que se mantenham os pagamentos dentro da cadeia do setor elétrico, sem dúvidas isso é importante, mas entendemos que o assunto não está equacionado"

                  Neste sentido e em linha com Abradee, a Lafis considera que as medidas de financiamento anunciadas ao setor são de extrema importância, mas que ainda haverão mais discussões acerca dos impactos observados e ainda esperados no setor de energia elétrica em função do prolongamento da crise do novo coronavírus. 

                  Analista Responsável Marcel Tau.

                  • pandemia,coronavirus,covid-19,informação,setorial,impactos,economia,quarentena,isolamento,comércio,varejo,queda
                    De acordo com a última Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE, o volume de vendas no comércio varejista restrito¹ recuou 16,8% em abril deste ano em relação ao mês anterior, sendo esta a maior queda da série histórica iniciada em janeiro de 2000. Este foi o segundo recuo consecutivo, acumulando uma queda de 18,6% nestes últimos dois meses da pesquisa. De forma semelhante, na comparação com abril de 2019, o volume de vendas sofreu uma queda de 16,8%, a mais intensa já observada desde o início da PMC, acumulando um resultado negativo e igual a 3,0% no primeiro quadrimestre de 2020, o que interrompe uma sequência de 33 taxas positivas e consecutivas nesta base de comparação.

                    Tais resultados refletem claramente os efeitos das medidas de combate ao novo coronavírus, se dando de forma mais intensa em abril deste ano, já que contemplou 30 dias de isolamento social, com o fechamento parcial ou total de lojas e comércios presenciais enquadrados como não essenciais em diversas regiões do Brasil. Em março, porém, estas medidas foram implantadas apenas nos últimos 10 dias do mês, o que justifica um recuo mais brando.

                    A queda foi generalizada entre as oito atividades avaliadas na pesquisa, incluindo aquelas consideradas essenciais e que tiveram seu funcionamento liberado ao longo destes dias de isolamento, como supermercados e farmácias. Desta forma, tem-se: “Tecidos, vestuário e calçados” (-60,6%), “Livros, jornais, revistas e papelaria” (-43,4%), “Outros artigos de uso pessoal e doméstico” (-29,5%), “Equip. e material para escritório, informática e comunicação”  (-29,5%), “Móveis e eletrodomésticos” (-20,1%), “Artigos farmacêuticos, méd., ortop, e de perfumaria” (-17,0%), “Combustíveis e lubrificantes” (-15,1%) e “Hiper., super., alimentos, bebidas e fumo” (-11,8%).

                    Diante deste cenário, o nível de vendas do comércio varejista restrito atingiu um distanciamento recorde em relação ao ponto mais alto da série (-22,7%), observado em outubro de 2014. Assim, a Lafis acredita que os próximos meses serão desafiadores para a retomada do nível de vendas do comércio nacional, uma vez que está inserido em uma conjuntura macroeconômica desfavorável, com alta instabilidade no mercado de trabalho e queda drástica na confiança das famílias, impedindo uma expansão consistente do consumo.

                    ¹ não contempla a venda de veículos, motos, peças e materiais para construção.

                    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

                    • isolamento,quarentena,economia,impactos,impactos,informação,covid-19,coronavirus,pandemia,transporte,logística,aéreo,cargas
                      • Autor
                        Lafis
                      • Ano
                        2020
                      • Categoria
                      • Analista Responsável
                        Felipe Souza
                      Com a crise gerada pela pandemia de Covid-19, não só o transporte aéreo de passageiros sofreu um grande revés, mas também a modalidade de cargas.

                      Segundo os resultados divulgados pela Abear e ANAC, no acumulado de janeiro a abril deste ano, foram transportadas cerca de 170,4 mil toneladas pelas empresas sediadas no Brasil de operação nacional e internacional, um recuo de 24,3% em relação às 225 mil toneladas transportadas no mesmo período do ano anterior.

                      Em relação ao transporte de carga em âmbito nacional, a queda da atividade vem sendo sentida desde fevereiro (-6,3%/fev-19), mas sofreu mais duramente em abril (-66,9/abr-19) quando os efeitos da pandemia já se faziam plenos. Já a carga internacional vinha percorrendo uma trajetória de queda desde todo ano de 2019, desembocando em retração mais aguda a partir de março deste ano.

                      Dada a importância desta modalidade para o setor, bem como ele sendo um poro importante de geração de valor e receita para as companhias áreas, a Lafis começará a divulgar as projeções do volume de carga aérea transportada em seu Relatório Setorial. Assim, diante da conjuntura descrita, a Lafis projeta uma redução de 23,5% do volume transportado em 2020.

                      Para saber os detalhes desta projeção para este e os próximos 4 anos, consulte o Relatório Setorial do Transporte Aéreo disponível em nosso portal.

                      Especialista do Setor Felipe Souza

                      • isolamento,quarentena,economia,impactos,impactos,informação,covid-19,coronavirus,pandemia,bicicletas,motocicletas,motos,bikes,acelerar,mobilidade,mobilidade urbana
                        Após 90 dias, desde o início da pandemia do coronavírus no Brasil, diante de tantas incertezas, já prevalece a certeza de que na vida pós flexibilização das medidas de isolamento social, diversos novos hábitos, alguns adquiridos durante o período de quarentena, deverão impactar o consumo.

                        Apesar da queda da renda das famílias, com expansão do desemprego, dentre a população de renda média e alta, as bicicletas poderão tornar-se uma alternativa de mobilidade, para fugir das aglomerações do transporte público nas grandes metrópoles do País.

                        De olho neste movimento, a Tembici, startup de micromobilidade que atua em São Paulo, anunciou no início de junho, um investimento de 270 millhões de reais para expansão de seu negócio. O montante deverá ser utilizado para expansão de sua frota, com modelos de bicicletas elétricas, além de inovações no sistema de dados e tecnologia.

                        O movimento de expansão do uso de bicicletas, sobretudo em algumas regiões da cidade de São Paulo, grande mercado consumidor brasileiro, já era algo observado nos últimos três anos, todavia, o cenário imposto pela crise do coronavírus surge como uma janela de oportunidade para acelerar esse movimento de expansão do uso de bicicletas nos grandes centros urbanos. Além disso, a expansão do delivery deve ser um legado para o mercado consumidor brasileiro, o que deverá também contribuir para a demanda de bicicletas no médio e longo prazo.

                        Analista Responsável Laís Soares.