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BLOG LAFIS

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  • Aluminio,economia,informação setorial,estudo mercado,produção
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    A produção de alumínio primário (que não teve origem na reciclagem de produtos de alumínio) apresentou retração de 8,0% no acumulado de janeiro a setembro de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, é importante destacar que nos últimos três dados divulgados (entre julho e setembro), a produção primária avançou 13,9%, o que sinaliza uma desaceleração das perdas observadas no primeiro semestre de 2019.

    Se por um lado o baixo nível de crescimento econômico ajuda a compreender o fraco desempenho do setor de alumínio primário ao longo do ano, a melhoria da produção de setores demandantes nos últimos meses pode nos ajudar a entender o melhor desempenho no período: a produção de embalagens metálicas, segundo dados do IBGE, avançou 6,1% entre julho e setembro de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a produção de autoveículos (dados da ANFAVEA) avançou 3,1% na mesma base de comparação.

    Desta maneira, a Lafis considera que existem sinais de melhoria do desempenho setorial nos últimos meses do ano e que devem permanecer ao longo dos próximos meses, mas possivelmente tal recuperação não deve ser suficiente para um avanço da produção em termos anuais, considerando a forte retração observada no primeiro semestre deste ano. 

    Por fim, a despeito de movimentos conjunturais, é importante destacar que a produção de alumínio primário ainda se encontra em um patamar historicamente baixo e a competição com players internacionais neste segmento é desafiadora. Considera-se que, além do amplamente conhecido custo Brasil, a produção de alumínio primário é eletrointensiva e, portanto, tem como parte relevante de seus custos a energia elétrica, que experimentou ao longo dos últimos anos um avanço significativo de seus preços.

    Especialista do Setor Marcel Tau


    • ebusinee,ecommerce,vendas,economia,estudo de mercado,consultoria
      • Autor
        Lafis
      • Ano
        2019
      • Categoria
      • Analista Responsável
        Fernanda Rodrigues
      De acordo com dados divulgados pela consultoria Ebit/Nielsen, o faturamento do comércio eletrônico nacional cresceu 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando R$ 26,4 bilhões em vendas. Ainda que diante de uma base de comparação mais baixa, tendo em vista os efeitos negativos da greve dos caminhoneiros no primeiro semestre de 2018, tal resultado positivo foi influenciado pelo bom desempenho do setor em datas comemorativas, como Dia das Mães, que faturou R$ 2,2 bilhões (+5%/2018), e o Dia dos Namorados, que também apresentou um faturamento de R$ 2,2 bilhões, o que representa um avanço de quase 25% em relação ao mesmo período de 2018.

      Tal resultado foi acompanhado por um avanço no número de pedidos, passando de 54,4 milhões nos primeiros seis meses de 2018 para 65,2 milhões no mesmo período deste ano, um avanço de 19,9% e o mais intenso dos últimos cinco anos nesta base de comparação. Além disso, o número de e-consumidores ativos, ou seja, pessoas que fizeram ao menos uma online no período, alcançou 29,4 milhões de clientes no primeiro semestre deste ano (+7,3%/2018). Destes, 18,1% realizaram sua primeira compra no comércio eletrônico nacional no período, somando 5,3 milhões de e-consumidores.

      Por fim, cabe destacar que os pedidos realizados via m-commerce1 representaram 43,1% do total de pedidos do comércio eletrônico no primeiro semestre deste ano, enquanto, no mesmo período do ano passado, esta participação foi igual a 32%. Em termos de faturamento, as vendas via dispositivos móveis alcançaram R$ 9,6 bilhões entre janeiro e junho de 2019, o que representa 36% do faturamento total do setor e um crescimento de 43% em relação ao primeiro semestre de 2018.

      Desta forma, o bom desempenho das vendas no comércio eletrônico nacional no período contribui para a manutenção da perspectiva otimista do setor quanto aos resultados esperados para este segundo semestre e, consequentemente, para o encerramento do ano de 2019. Tal otimismo considera também as vendas de final de ano, que contempla importantes datas para o comércio eletrônico nacional, como Black Friday e Natal, tendo em vista que estas deverão ser beneficiadas pela liberação dos recursos do FGTS e PIS/Pasep iniciada em outubro deste ano. Neste sentido, a Lafis espera um crescimento de 13,3% no faturamento do setor em 2019, alcançando R$ 60,3 bilhões.

      ¹vendas realizadas via dispositivos móveis (celulares, tablets, por exemplo)

      Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

      • estudo de mercado,informação setorial,economia,consultoria,veiculos pesados,carroçarias,mercedes,scania,caminhão
        De janeiro a setembro de 2019 a produção de caminhões no Brasil somou 87,4 mil unidades, um crescimento de 13,2% ante o mesmo período do ano passado. Enquanto isso, as exportações apresentaram uma queda de 51,9%, com 9,8 mil caminhões exportados. Houve uma queda substantiva na participação em relação a produção total no País, nos nove meses de 2018 a participação atingiu 26,5%, em 2019 ficou em apenas 11,2%.

        Na última semana, encerrou-se a Fenatran, um dos principais eventos de transporte rodoviário de cargas da América Latina, com uma vitrine dos principais lançamentos do setor. Na ocasião, a Mercedes-Benz lançou seu novo caminhão pesado, o Actros, que segundo a montadora, insere a produção brasileira no mapa mundial de produção do grupo.

        A Scania também mostrou os primeiros resultados da fabricação de seus novos caminhões globais em sua fábrica de São Bernardo do Campo, e afirmou que a unidade brasileira após os investimentos concretizados em tecnologia espera-se ampliar a participação da operação brasileira no mercado global.

        De acordo com as perspectivas da Lafis, a taxa de câmbio deverá se manter desvalorizada em 2020, o que favorece as exportações, entretanto, o Brasil ainda possui diversas barreiras para essa ampliação das exportações para além dos países latino americano, entre elas a infraestrutura logística e os custos tributários, a Lafis estima que essas barreiras não devem ser solucionadas no curto prazo, o que poderá frustrar as expectativas da Scania e Mercedes-Benz.

        Analista do Setor Laís Soares.

        • cosméticos, empresas do segmento cosméticos, setor cosméticos, segmento cosméticos, economia, macroeconomia, higiene pessoal, empresas do setor higiene pessoal, setor higiene pessoal
          No último dia 14 de outubro, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, assinou a portaria que altera o limite de compras em free shops para brasileiros, passando dos atuais US$ 500 para US$ 1.000 a partir de janeiro de 2020. A medida ainda precisa se adequar ao orçamento do Governo, uma vez que representa uma renúncia de receita, e deverá ser aceita pelos demais países do Mercosul, já que o limite de vendas permanece em US$ 500 no restante do bloco.

          Os free shops são lojas localizadas nas salas de embarque e desembarque dos aeroportos e são autorizadas a comercializar produtos isentos de tributação a viajantes internacionais, ou seja, que levarão as compras para fora do país. Dentre os produtos comercializados estão bebidas, eletrônicos, e cosméticos e artigos de perfumaria importados. Neste último caso, a medida despertou preocupação por parte da indústria nacional de cosméticos e itens para cuidado pessoal, que já se manifestou sobre o caso.

          A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) afirmou que entrará na Justiça para suspender a medida, alegando reflexos negativos sobre a indústria nacional, uma vez que a tributação é atualmente um de seus maiores desafios. Apesar das elevadas produtividade e competitividade, a indústria de cosméticos e HPPC nacional apresenta alguns desafios como a necessidade de revisão da carga tributária. Em 2018, segundo levantamento da Abihpec, o setor foi penalizado com aumento de ICMS em 23 Estados e o Distrito Federal, com destaque para o Amapá, que passou de uma alíquota de 12% para 29%.

          Desta forma, a competição da indústria nacional de beleza e cuidado pessoal com produtos isentos de impostos comercializados nos free shops será um desafio a mais para o setor, que já vem sendo pressionado pela alta carga tributária e pela estratégia de redução de preços para a manutenção do nível de consumo em uma conjuntura econômica pouco favorável à expansão dos gastos das famílias.

          Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

          • transporte ferroviário, empresas do setor transporte ferroviário, empresas do segmento transporte ferroviário, setor transporte ferroviário, segmento transporte ferroviário, economia, macroeconomia
            Depois de um longo período sem qualquer movimentação da gestão das estradas de ferro no Brasil, a Rumo S.A assinou o contrato de concessão dos tramos central e sul da Ferrovia Norte-Sul.

            O trecho concedido está situado entre Porto Nacional/TO e Estrela D’Oeste/SP (1.537 km) e está dividido em dois tramos: central, compreendido entre Porto Nacional/TO e Anápolis/GO, com extensão de 855 km; e sul, abrangendo o trecho Ouro Verde de Goiás/GO e Estrela D’Oeste/SP, com extensão de 682 km. O tramo central está totalmente concluído e encontra-se operacional e disponível para o transporte ferroviário comercial de cargas.

            Este evento pode ser tomado como um marco de inflexão para o setor, que marca a retomada das concessões como forma de impulsionar a modernização e expansão da malha ferroviária. Não é por menos que o ministro da Infraestrutura afirmou que mais duas concessões de ferrovia devem ocorrer ainda neste ano. Na lista, estão a Ferrogrão e a Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste).

            Especialista do Setor Felipe Souza

            • agricultura, agrícola, economia, macroeconomia, agronomia, rural,  empresas do segmento agrícola, empresas do segmento agricultura
              • Autor
                Lafis
              • Ano
                2019
              • Categoria
              • Analista Responsável
                Marcos Henrique

              Principal parceiro comercial brasileiro, o país asiático transacionou com o Brasil em 2018 cerca de US$100 milhões, cifra recorde no comércio entre ambos os países. Entre promessas de acordos, os chineses pretendem seguir ampliando investimentos por aqui, especialmente no setor agrícola e, também, energético; nesse aspecto, o presidente ressaltou a importância da China na participação do leilão da cessão onerosa do Pré-Sal. Como todo país de indústria grande, os asiáticos estão atrás de fontes energéticas e o Brasil é um player relevante nesse aspecto.

              Além disso, seguindo o que já foi feito com Japão, EUA, Austrália e Canadá, o chefe do executivo prometeu isentar chineses e indianos de visto para turismo ou negócio no país, mas sem necessariamente haver reciprocidade na medida. Por um lado, o sinal é positivo na atratividade de estrangeiros, mas, por outro, a ausência de formalização de contrapartidas ao Brasil deixa nas conjecturas os benefícios decorrentes de tal medida.

              De modo geral, o comércio entre ambos os países segue aquecido. Os prêmios de soja voltaram a subir com a demanda do gigante asiático; em outubro 6 milhões de toneladas foram embarcadas e novembro já conta com 1,5 milhão de ton. para embarcar. Caso o ritmo de mantenha até dezembro, parte dos analistas estima exportações totais da oleaginosa acima dos 72 milhões de tons. Projetadas para 2019. Outra questão relevante destacada no encontro entre os presidentes é a assinatura de protocolos sanitários para liberação de farelo de algodão  e de carne termoprocessada, aumentando as vendas do Brasil.

              Analista do Setor Marcos Henrique

              • construção, empresas do setor construção, empresas do segmento construção, setor construção, segmento construção, economia, macroeconomia
                • Autor
                  Lafis
                • Ano
                  2019
                • Categoria
                • Analista Responsável
                  Marcel Carneiro
                De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - PNAD Contínua, realizada pelo IBGE, houve adição de 94 mil empregos na construção na comparação de agosto de 2019 com igual mês do ano anterior. Desta maneira o número de pessoas ocupadas no setor passou de 6,652 milhões para 6,746 milhões, o que representou crescimento de 1,4%.

                O Índice de Confiança da Construção (FGV), na comparação de setembro de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior avançou 6,8 pontos, com avanço de 5,2 pontos no índice da Situação Atual da Construção e 8 pontos no Índice de Expectativas da Construção, mostrando maior otimismo do setor em relação ao longo prazo, embora a confiança de curto prazo também tenha avançado no período.

                Considerando o desempenho dos indicadores descrito acima, a expansão nos lançamentos do mercado imobiliário no acumulado do ano até julho (+7,3% em relação ao mesmo período de 2018, segundo dados da Abrainc), além do maior dinamismo do crédito imobiliário com aceleração gradual dos saldos de crédito e tendência de retração dos juros nesta modalidade, a Lafis considera que o segmento imobiliário apresenta fundamentos para crescer gradualmente ao longo dos próximos anos.

                No entanto, a Lafis pondera que a retomada lenta da atividade econômica e do mercado de trabalho são fatores que ainda restringem o crescimento do segmento imobiliário, mitigando os efeitos positivos dos dados microeconômicos citados.

                Especialista do Setor Marcel Tau

                • bancos,economia,estudo de mercado,lucros,smartphones
                  • Autor
                    Lafis
                  • Ano
                    2019
                  • Categoria
                  • Analista Responsável
                    Fernanda Rodrigues

                  De acordo com as Estatísticas de Pagamento de Varejo e de Cartões, divulgadas pelo Banco Central, o número de transações via smartphones chegou a 29 bilhões em 2018, o que representa um avanço de 18,5% em relação ao ano anterior. Esta foi a modalidade mais utilizada no Sistema Financeiro Nacional no período, seguida pelo internet banking, com 21,9 bilhões de transações em 2018, um avanço de 6,3% em relação ao ano anterior. Juntas, as modalidades via smartphones e internet banking representam cerca de 70% do total de transações do sistema financeiro no Brasil.

                  Para complementar esta análise, cabe destacar também, segundo dados da Federação Brasileiro de Bancos (Febraban), o crescimento de 83,5% no número de transações de pagamento via mobile banking entre 2017 e 2018, enquanto o canal internet banking permaneceu estável neste tipo de movimentação no mesmo período. De forma ainda mais significativa, o volume de transações via celular para transferências / DOC / TED cresceu 119% em 2018, em relação ao ano anterior, e 10,1% via internet na mesma base de comparação. Tal comportamento se estende para outros serviços bancários, como contratação de crédito, investimentos e aplicações, e consulta de saldo.

                  Estes resultados confirmam, portanto, a crescente adesão dos usuários aos meios de pagamentos eletrônicos, e tal preferência já vem sendo acompanhada pelo setor bancário nacional. Segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, somente em 2018 os bancos no Brasil investiram R$ 19,6 milhões em tecnologia da informação, sendo R$ 10,1 bilhões destinados ao desenvolvimento de softwares. Além disso, atualmente, 80% dos bancos têm como prioridade o desenvolvimento de aplicações para o mobile banking, tendo em vista a preferência dos usuários por este dispositivo.

                  Especialista do Setor Fernanda Rodrigues

                  • farma,indústria,indústria farmacêutica,marco regulatório,economia,setorial,estudo de mercado
                    A Anvisa aprovou o novo marco regulatório de boas práticas de fabricação de medicamentos no Brasil que será o principal padrão regulador para garantir a qualidade dos medicamentos do país.

                    As novas regras possibilitam que o Brasil amplie as exportações de medicamentos para os maiores mercados farmacêuticos do mundo. Somente no quesito da eficiência processual, as novas regras englobam unificar os processos de produção dos insumos farmacêuticos ativos (IFA), bem como as questões burocráticas e documentais que as envolvem a fim de trazer ganhos administrativos e maior fluidez aos peticionamentos.

                    Assim, o país torna-se mais competitivo nesse mercado farmacêutico de gigantes, possibilitando a sua filiação ao Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica (Pharmaceutical Inspection Co-operation Scheme – PIC/s).

                    Especialista do Setor Felipe Souza

                    • cimento,crescimento,economia,estudo de mercado,setorial
                      • Autor
                        Lafis
                      • Ano
                        2019
                      • Categoria
                      • Analista Responsável
                        Marcel Carneiro
                      De janeiro a agosto de 2019, a fabricação de cimento avançou 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior (segundo dados do IBGE), com considerável influência da base fraca de comparação do mês de maio de 2018 devido aos impactos da greve dos caminhoneiros no setor. Tal resultado está em linha com o crescimento das vendas observada no mesmo período de 2019, que apresentaram expansão de 3,0%, segundo dados do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento). A produção de insumos típicos da construção civil, na mesma base de comparação, avançou 1,8%, novamente impulsionada pela fraca base de comparação.

                      Se por um lado o segmento imobiliário começa a apresentar sinais favoráveis, como a expansão do crédito ao setor e retração dos juros cobrados por bancos para esta modalidade de crédito, por outro lado, o setor de infraestrutura segue em compasso de espera com dificuldade de uma maior retomada influenciado pela restrição fiscal do Governo, que se reflete em uma redução dos investimentos públicos em obras.

                      Neste cenário, a Lafis destaca que, desconsiderando o forte crescimento do mês de maio mencionado anteriormente, a fabricação do setor cimenteiro e dos insumos típicos apresenta dificuldade de retomada consistente do crescimento.

                      Especialista do Setor Marcel Tau

                      • pneus,troca de pneu,economia,setorial,indústria,estudo de mercado
                        • Autor
                          Lafis
                        • Ano
                          2019
                        • Categoria
                        • Analista Responsável
                          Lais Cristina
                        Diante dos impactos da crise no mercado de trabalho, os consumidores embora já estejam com a confiança melhor do que no final de 2018, ainda mantém um comportamento de cautela em relação ao consumo.

                        O setor de pneus, embora faça parte da cadeia de produção da indústria automobilística, possui uma menor dependência da produção das montadoras. Cerca de 18% do total das vendas de pneus é destinado às montadoras, 18% exportações e 64% é a participação do canal de vendas reposição.

                        De acordo com os últimos dados divulgados pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), de janeiro a setembro, a venda nacional de pneus atingiu um total de 44,3 milhões de unidades, uma queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2018.

                        O resultado deve-se a pressão negativa do mercado de reposição. Esse segmento apresentou uma queda de 2,8% nesse mesmo período, enquanto as vendas para as montadoras apresentaram um crescimento de 6%.

                        A venda nacional de pneus no acumulado até setembro somou 44,3 milhões de unidades, registrando queda de 0,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Embora a venda às montadoras tenha crescido 6%, o mercado de reposição (que é 2,6 vezes maior) caiu 2,8% no período. Os números foram divulgados pela Anip, entidade que reúne fabricantes do setor instalados no Brasil.

                        Esse fraco desempenho das vendas totais do setor, faz parte de um movimento de adiamento da troca dos pneus dos automóveis, ou até mesmo a substituição da compra de pneus nacionais por pneus reformados ou importados que têm levado a retração da demanda das vendas de pneus de reposição, o principal mercado do setor.

                        A Lafis estima que em 2019, influenciado por esse movimento, a produção de pneus do País deverá apresentar uma queda de 1,9%, com um crescimento marginal de 2% no faturamento nominal do setor.

                        Analista do Setor Laís Soares.