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    Após ser aprovada pela Câmara dos Deputados, a Medida Provisória 832, também conhecida como lei de frete foi aprovada pelo Senado Federal. Agora, o texto vai à sanção presidencial para ser validado definitivamente.

    A principal inovação no mercado de transporte rodoviário de cargas será que estará proibido qualquer acordo ou convenção, individual ou coletivo que contrate valores de fretes inferiores aos pisos mínimos determinados em lei. Para isto, será elaborada uma tabela de preço mínimo do frete a ser calculada, a posteriori, pela ANTT levando em conta o tipo da carga, a distância, bem como os custos operacionais totais do transporte, com prioridade para os custos do óleo diesel e dos pedágios.

    Além disto, o texto aprovado também manteve a concessão de anistia aos caminhoneiros e às empresas transportadoras autuadas durante a paralisação da categoria.

    Se por um lado esta lei claramente beneficiará os ofertantes do transporte rodoviário de carga, dada a proteção contra fretes abusivamente baixos, que muitas vezes não garantem uma margem operacional mínima, por outro não podemos desconsiderar um fator de risco que distorce o mercado ao resumir todas as complexidades inerentes desta atividade a apenas poucos grupos de cargas a serem considerados nesta tabela, sem contar que tal tabela engessa qualquer ação por parte das transportadoras e autônomos em reduzir o frete praticado em tempos de baixa demanda.

    O fato é que a ideia de adotar um valor de frete mínimo para o modal é importante, pois, tenta resolver a deficiência técnica que assola este setor, principalmente no tocante a custos e formação de preços. Entretanto, deve-se considerar esta uma solução provisória, pois o ideal seria que todos os players tivessem condições de ofertarem o serviço à um preço que garanta tanto a cobertura dos custos operacionais e depreciação dos caminhões, quanto uma boa remuneração às empresas e autônomos.

    Especialista do Setor  Felipe Souza.

    • stock-9
      • Autor
        Lafis
      • Ano
        2018
      • Categoria
      • Analista Responsável
        Marcos Henrique
      O banco de desenvolvimento anunciou recentemente disponibilidade de R$ 20,4 bilhões para investimentos na safra agrícola de 2018/19. O recurso é equivalente a 50% do valor direcionado ao setor e, além disso, anunciou cerca de R$ 100 milhões para despesas de custeio.

      O Plano Safra divulgado pelo governo em junho, compreende soma de R$ 194,37 bilhões e pode ser acessado entre 1º de julho de 2018 e 30 de junho de 2019. De acordo com o governo, cerca de R$ 151,1 bilhões vão para o crédito de custeio, sendo R$ 118,8 bilhões com juros controlados e R$ 32,3 bilhões com juros livres. O crédito para investimentos ficou em R$ 40 bilhões. Neste sentido, o crédito adicional do BNDES vem complementar as necessidades crescentes de investimento do setor, fortemente mecanizado e dependente de tecnologia.

      O Banco também participará do Plano Safra da Agricultura Familiar 2018/19 com R$ 3,34 bilhões. Os recursos são voltados para investimento e custeio. Fonte importante de produção de alimentos que chegam à mesa dos brasileiros, a agricultura familiar aguarda recursos para dar continuidade à produção crescente. Assim, o apoio dado pelo BNDES tende a fomentar ainda mais a produção do setor e garantir recursos para financiamento das pequenas propriedades. 

      Especialista do Setor  Marcos Henrique.

      • stock-9
        • Autor
          Lafis
        • Ano
          2018
        • Categoria
        • Analista Responsável
          Fernanda Rodrigues
        De acordo com a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros), o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) atingiu 87,3 pontos em junho de 2018. Este resultado representa a segunda queda consecutiva do índice, sinalizando que aspectos externos, como greve dos caminhoneiros, alta do dólar e incerteza eleitoral, têm influenciado negativamente a perspectiva dos empresários do setor.

        Apesar disso, o segmento vem progredindo em termos internos e organizacionais de modo a adotar novas estratégias para diversificar suas fontes de crescimento. Dentre estas ações está a parceria com redes varejistas para a comercialização de serviços diversificados. O setor visa, além de melhores margens, a vantagem da baixa sinistralidade observada neste canal de venda.

        De forma pioneira, a Via Varejo iniciou, em 2014, uma parceria com a Zurich Seguros para a venda de serviços de garantia estendida aos clientes da rede varejista. Entre os produtos protegidos pelo seguro estão celulares, móveis, linha branca, linha marrom, informática, eletro-portáteis e micro-ondas. Em 2016 um novo contrato foi firmado, desta vez referindo-se à venda e distribuição exclusivas de apólices e bilhetes de seguros.

        Mais recentemente, a Capemisa Seguradora iniciou a oferta de seguros de vida em cartões de redes do setor varejista, sendo este serviço 70% do faturamento total da empresa. Por fim, o Itaú Unibanco, junto à seguradora Chubb Seguros, pretende iniciar um projeto piloto para oferecer seguro para celular por meio de seus parceiros, como Grupo Pão de Açúcar.

        Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


        • stock-9
          • Autor
            Lafis
          • Ano
            2018
          • Categoria
          • Analista Responsável
            Fernanda Rodrigues
          A consultoria especializada em comércio eletrônico, Social Miner, divulgou uma pesquisa com o desempenho das vendas do e-commerce nacional durante as principais datas comemorativas neste primeiro semestre de 2018. A primeira delas foi o Dia do consumidor, comemorado em 15 de março. Segundo a pesquisa, os lojistas que apostaram em campanhas de engajamento meses antes do evento apresentaram melhores vendas – ou seja, aproximadamente 60% dos visitantes que finalizaram suas compras no dia 15/03 já haviam visitado o site anteriormente. Foi observado também um aumento médio de 24% na taxa de conversão em todos os setores do e-commerce, com destaque para Ensino (+122%) e Serviços (+72%). Apesar destes resultados, o estudo aponta a necessidade de maiores investimentos em campanhas de engajamento, uma vez que 80,87% das visitas abandonaram os carrinhos, e apenas 10,5% realizaram suas compras sem abandonar o carrinho nenhuma vez.

          Outra data foi o Dia das mães, no dia 13 de maio. Neste ano, as vendas totais cresceram 9,8%, com destaque para as categorias de Eletrodomésticos (+74,81%), Eletrônicos (+63,86%) e Pet (52,03%). Outro ponto de destaque foi a queda significativa da categoria Moda (-25,91%), que sempre teve grande participação nas vendas no mesmo período dos anos anteriores. Além disso, 60,5% das compras foram feitas via dispositivos móveis, como smartphones e tablets, e 68,6% foram provenientes de consumidores da região Sudeste.

          Por fim, a pesquisa da Social Miner mostrou que a última data comemorativa do primeiro semestre de 2018, o Dia dos Namorados, também apresentou crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. Dentre as categorias mais vendidas estão artigos de Beleza e Saúde, Moda e Informática. Quando se compara, porém, a evolução entre os anos de 2017 e 2018, observa-se um crescimento expressivo da participação da categoria Livrarias (+736%), enquanto que setores como Moda e Beleza e Saúde apresentaram queda em sua participação (-28% e -5%, respectivamente).

          Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.


          • stock-9
            • Autor
              Lafis
            • Ano
              2018
            • Categoria
            • Analista Responsável
              Lais Cristina
            A indústria de autopeças tem apresentado bom desempenho desde o início deste ano, comparativamente ao período de 2017, que compreende os meses entre janeiro e abril, o que reforça o cenário de recuperação do setor de autopeças no Brasil. Este cenário reflete o bom desempenho que tem sido observado na indústria automobilística.

            De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes Automotivos (Sindipeças), o faturamento nominal do setor, sem ajuste sazonal, apresentou, nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 26,2% em comparação ao mesmo período de 2017. Dois fatores foram importantes para esse cenário positivo: o primeiro relaciona-se à alta de 20,7% da produção e vendas de veículos das montadoras no período, o qual paralelamente houve aumento do faturamento da indústria de autopeças em 26,9% para este seguimento.

            O segundo fator pode ser verificado pelo impulso às exportações do setor estimulado pela desvalorização da moeda brasileira, o que fez as exportações avançarem 35,2%; contudo, vale ressaltar que a Argentina vem sendo a principal parceira do setor automotivo brasileiro, de acordo com os dados da SINDIPEÇAS, e poderá provocar retração das exportações para o país dado o advento da crise financeira e cambial no país. Por outro lado, a desvalorização esperada do real frente ao dólar oferece estímulos para que as vendas para outros países da América Latina, assim como da Europa e para os Estados Unidos, avancem.

            Assim, diante de um cenário positivo deste ano, a Lafis continua estimando crescimento da produção e das vendas do setor de autopeças, assim como na continuidade do aumento do faturamento do setor advindo das exportações.


            Especialista do Setor Fernanda Mansano.

            • stock-9
              O setor de planos de saúde tem discutido, junto ao Congresso Nacional, a possibilidade de cobrar franquia, como já acontece em seguros para automóveis, onde o cliente paga um valor adicional além das mensalidades, e coparticipação, quando o beneficiário paga uma parte das consultas e exames médicos. As entidades, porém, não querem limites para as cobranças, bem como a oferta de pacotes mínimos grátis, com exceção para casos de doenças crônicas. Tais mudanças valerão apenas para os novos contratos, enquanto que os já existentes permanecerão inalterados.

              Segundo as empresas do setor, o objetivo destas novas medidas é conter os gastos excessivos das operadoras e evitar a realização de procedimentos desnecessários, como uma forma de conscientização dos usuários acerca dos custos associados aos serviços médicos. Porém, tal estratégia vem em conjunto com a expectativa de reajustes de preços dos planos de saúde acima da inflação, que, até o momento, tem sido limitado em 10,0% pela Agência Nacional de Saúde (ANS) para os casos de planos individuais e familiares nos próximos 12 meses.

              Com isso, o novo cenário pode desestimular a procura por assistência médica privada, uma vez que os consumidores, principalmente idosos e com doenças crônicas, se sentirão mais onerados, tanto com a implantação do modelo de franquia e coparticipação, quanto com o reajuste do modelo atual.

              Especialista do Setor  Fernanda Rodrigues.