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  • shopping centers, empresas do setor shopping centers, empresas do segmento shopping centers, setor shopping centers, segmento shopping centers, economia, macroeconomia
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2020
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Fernanda Rodrigues
    De acordo com a consultoria FX Data Inteligent, o fluxo de visitantes em shopping centers no País cresceu 27,2% em agosto de 2020 em comparação com o mês anterior, medido pelo Índice de Performance do Varejo (IPV). Este foi o quarto avanço mensal consecutivo, e foi observado também nas lojas situadas nestes empreendimentos comerciais (47%), enquanto as localizadas em ruas cresceram 10,8%.

    No que diz respeito às visitas por região, destaque para a região Sudeste, que pelo segundo mês consecutivo puxou o crescimento global do IPV, com avanço de 31,2% no entre julho e agosto deste ano. Tal desempenho foi seguido pelo Nordeste (27,9%) e Sul (21,6%), considerando a mesma base de comparação.

    Este comportamento levou a um crescimento de 47,47% no volume financeiro das vendas nas lojas localizadas em shopping centers e de 47,19% no volume compras em todo o País. As vendas para o Dia dos Pais e a maior flexibilização nas regras de funcionamento destes empreendimentos, como a expansão do horário, ajudam a explicar este crescimento significativo e mantêm os números positivos observados no mês anterior (31,53% em valor e 33,19% em volume). Além disso, o setor segue apostando em estratégias alternativas para driblar as restrições no número de pessoas autorizadas a frequentar os shopping centers, a fim de evitar aglomerações, como o drive-thru e delivery.

    Porém, é importante observar que, apesar da retomada gradual das visitas à estes empreendimentos comercais, este patamar segue abaixo do nível pré-pandemia, bem como em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com agosto de 2019, o IPV dos shopping centers recuou 59,3%, acumulando uma queda de 53,0% entre janeiro e agosto de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado. De forma semelhante, as lojas físicas localizadas em shopping centers apresentaram um recuo de 43,6% na análise interanual, e queda acumulada igual a 51,3% em 2020.

    Consequentemente, as vendas do setor seguem abaixo do nível observado no mesmo período de 2019, tanto em termos de valor quanto de volume: entre agosto de 2019 e agosto deste ano, o faturamento das lojas de shopping centers sofreu uma queda de 37,44%, assim como o volume de vendas (-47,75%). Estes números mostram que, apesar da reabertura, a retomada do setor a patamares pré-pandemia segue lenta, ritmo que poderá ser ainda mais impactado pela persistente insegurança sanitária na ausência de uma vacina, alta fragilidade no mercado de trabalho e corte no valor do auxílio emergencial concedido pelo Governo, de R$ 600 para R$ 300, fazendo com que as famílias priorizem o consumo de cestas essenciais, em detrimento de itens de maior valor agregado e gastos com lazer.

    Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

    • tecnologia da informação, empresas do setor tecnologia da informação, empresas do segmento tecnologia da informação, setor tecnologia da informação, segmento tecnologia da informação, economia, macroeconomia
      O volume de serviços de tecnologia da informação apresentou expansão de 6,8% no acumulado entre janeiro e julho de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto as receitas destes mesmos tipos de serviços apresentaram expansão de 8,8% no mesmo período. Na comparação entre julho de 2020 e julho de 2019, o volume apresentou expansão de 9% e as receitas 11,8%, mostrando uma retomada consistente do setor após a única retração mensal observada em maio deste ano.

      Diante dos apresentados acima pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a Lafis pontua, mais uma vez, a robustez da tendência de crescimento no setor de tecnologia da informação, que já apresentava crescimento mesmo diante do cenário desafiador observado desde 2015 para economia brasileira. Nesse sentido, enquanto o setor de serviços como um todo apresentou significativa retração desde 2015 o setor de tecnologia apresentou forte expansão, em termos de volume e receita.

      A transformação digital de setores econômicos, como o setor financeiro, educacional e comércio varejista, aliado a ampliação da banda larga fixa e elevada penetração da internet móvel na população, considerando ainda os efeitos aceleradores dessas transformações diante da crise do covid-19 são alguns dos fatores que explicam a expansão do setor de tecnologia da informação mesmo diante da fragilidade da atividade econômica. 

      Especialista do Setor Marcel Tau

      • transporte aéreo, empresas do setor transporte aéreo, empresas do segmento transporte aéreo, setor transporte aéreo, segmento transporte aéreo, economia, macroeconomia
        • Autor
          Lafis
        • Ano
          2020
        • Categoria
        • Analista Responsável
          Felipe Souza
        Apesar da promulgação da MP 925 que ajuda o setor aéreo, as empresas prestadoras de serviço em terra e as companhias aéreas ainda encontram muitas dificuldades para acessar os recursos.

        Dentre as medidas de auxílio às empresas em geral pela MP, uma delas, específica ao setor aéreo, foi liberar o uso dos recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para empréstimos ao setor até fim de 2020. Segundo o texto, as concessionárias de aeroportos e as companhias aéreas poderão usar os recursos desde que comprovem ter sofrido prejuízo com a pandemia. A taxa de juros não será inferior à Taxa de Longo Prazo (TLP), a carência é de até 30 meses, e a quitação da dívida deve ocorrer até 31 de dezembro de 2031.

        No entanto, em razão da falta de vontade política de se pôr em prática a letra da Lei, além da necessidade da elaboração de outra medida provisória abrindo crédito para o setor, as companhias do segmento não receberam sequer qualquer quantia até o presente momento.

        Especialista do Setor Felipe Souza.

        • isolamento,quarentena,economia,impactos,setorial,informação,covid-19,coronavirus,pandemia,hotel,hotéis,turismo,hotelaria,retomada,pms,serviços
          • Autor
            Lafis
          • Ano
            2020
          • Categoria
          • Analista Responsável
            Fernanda Rodrigues
          De acordo com a última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, o volume de atividades turísticas no Brasil avançou 4,8% em julho deste ano em relação ao mês anterior, sendo esta a terceira alta consecutiva nesta base de comparação, acumulando um crescimento de 36,1% nos últimos três meses. Apesar disso, tal resultado não foi suficiente para recuperar a significativa perda de 68,1% observada no setor entre março e abril deste ano. Portanto, as atividades turísticas acumulam queda de 37,9% em 2020 até julho, trajetória negativa cada vez mais intensa desde o último mês de março.

          As atividades que mais afetaram o desempenho do setor são aquelas relacionadas às atividades presenciais e consumo das famílias, como bares e restaurantes, serviços de bufê, hotéis, transporte aéreo e rodoviário coletivos de passageiros e locação de automóveis. Todas elas têm sido diretamente impactadas pelas medidas de isolamento social, ainda que diante de uma reabertura gradual destes empreendimentos e flexibilização nas restrições de circulação de pessoas.

          Com isso, o setor de turismo amarga um desempenho muito aquém do nível pré-pandemia, seja pela cautela das famílias, que seguem priorizando o consumo de itens essenciais em meio à fragilidade do mercado de trabalho, em detrimento dos gastos com lazer e viagens; seja pelas regras impostas pelo poder público a esse processo de reabertura, com limitações no horário de funcionamento dos estabelecimentos e no número de clientes a serem atendidos.

          No caso dos hotéis, especificamente, apesar da retomada mais consistente desta atividade nos últimos dois meses, o nível de ocupação dos quartos segue abaixo da capacidade instalada do setor. De acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), em julho deste ano a taxa de ocupação dos hotéis em funcionamento no país, ou seja, desconsiderando aqueles que permanecem fechados por causa da pandemia, chegou a 18,26%, nível 69,8% inferior ao observado no mesmo período de 2019. O pior desempenho foi verificado na região Sudeste (16,63%), região que concentra, ao mesmo tempo, o maior número de hotéis do país e o maior número de casos da Covid-19, principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

          Neste sentido, as redes hoteleiras e o setor de turismo como um todo seguem aprimorando os protocolos de reabertura e investindo em novos procedimentos e processos, uma vez que a demanda por estes serviços tem sido afetada não apenas pela crise econômica, mas também pela insegurança sanitária que leva as famílias a adiar este tipo de gasto.

          Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

          • distanciamento,pandemia,coronavirus,covid-19,informação,setorial,impactos,economia,quarentena,isolamento,cimento,indústria,construção,vendas,venda,SNIC
            • Autor
              Lafis
            • Ano
              2020
            • Categoria
            • Analista Responsável
              Marcel Carneiro
            Dados do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento) apontaram crescimento de 13,6% das vendas de cimento no mercado interno em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2019. Entre janeiro e agosto de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior, as vendas apresentaram crescimento de 7,5%.

            A própria associação afirma que a autoconstrução e o mercado imobiliário foram os vetores do crescimento da venda de cimento ao longo do ano, apesar da crise provocada pelo coronavírus e as medidas de distanciamento social.

            Desta maneira, a Lafis destaca que as vendas do setor até agosto surpreenderam positivamente, dado o cenário de crise, mas ainda assim, a demanda por cimento permanece substancialmente abaixo da observada antes do período de crise interna no Brasil desde 2015. 

            A redução de projetos de infraestrutura é uma questão chave para compreender o recuo do patamar de produção no país nos últimos anos e sem o incremento deste segmento, por melhores que sejam os desempenhos nos segmentos imobiliário e da autoconstrução, não é provável que os níveis de venda do setor retomem o patamar observado até 2014 nos próximos anos. 


            Especialista do Setor  Marcel Tau

            • Canal Rural,celulose,coronavirus,covid-19,distanciamento,economia,impactos,indústria,informação,isolamento,jornal Rural Notícias,pandemia,papel,quarentena,setorial
              • Autor
                Lafis
              • Ano
                2020
              • Categoria
              • Analista Responsável
                Felipe Souza
              Nosso Economista-chefe e especialista no setor de Papel e Celulose, Felipe Souza concedeu  entrevista (10/09/2020) para o jornal Rural Notícias do Canal Rural, apontando que mesmo na crise sanitária, o setor produtor de papel pode alcançar ótimos resultados!

              O segmento de papel e celulose tem se reinventado no período de pandemia. Com o aumento do trabalho remoto, o home office, as impressões e uso de papel diminuíram, fazendo com que o setor produtivo sentisse a queda na demanda.

              No primeiro semestre deste ano, as exportações de folha sulfite e de papel de imprensa, utilizado na produção de jornais, caíram 12%.

              Se de um lado os resultados não são favoráveis, existem outros segmentos da indústria que mantiveram o bom desempenho durante a crise. Aqueles que atuam com papel para embalagem e para uso sanitário estão com preços em alta e forte demanda, segundo o especialista em papel e celulose, Felipe Souza.

              “As exportações neste segmento estão elevadas. Mesmo com a retração da demanda agregada no geral, temos boas oportunidades. As empresas que conseguirem fazer essa transição com foco em embalagens e itens de uso sanitário farão bons negócios, mesmo na crise”, destaca.

              Ainda de acordo com o especialista, as indústrias de papel que oferecem esse tipo de produto ao mercado vão se destacar dentro do segmento até o começo do próximo ano.

              Para ler a entrevista na íntegra, acesse:  

              https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/industrias-de-papel-e-celulose-se-reinventam-durante-a-pandemia/

              Especialista do Setor Felipe Souza.

              • isolamento,quarentena,economia,impactos,setorial,informação,covid-19,coronavirus,pandemia,comércio,varejo,varejista,cautela,persiste
                Os dois últimos meses da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE, apontaram para um crescimento no volume de vendas do comércio varejista restrito¹ (14,4% em maio e 8% em junho) como reflexo da flexibilização das medidas de isolamento social e reabertura gradual do varejo físico em diversas regiões do País, a partir de maio deste ano. Tais resultados mostram uma retomada mais rápida do setor do que se esperava inicialmente, após o varejo nacional amargar perdas históricas entre os meses de março e abril de 2020, período mais rígido na restrição da circulação.

                Diante destes resultados, o empresário do comércio recupera de forma significativa sua confiança, baseado não apenas em uma perspectiva de melhora nos próximos meses, mas também em uma percepção mais positiva da situação corrente. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em agosto deste ano, o Índice de Confiança do Comércio avançou 12,7 pontos em relação ao mês anterior, alcançando 96,3 pontos, quarto crescimento consecutivo, após o índice atingir seu menor patamar histórico em abril deste ano (64,2 pontos). Com isso, o indicador já se aproxima do nível observado antes da pandemia, quando a confiança do comércio estava em 101,1 pontos.

                Tal perspectiva se baseia nas ações e reflexos positivos gerados pelos programas de socorro adotados pelo Governo durante a pandemia, e que já foram prorrogados para este segundo semestre, como: i) programa de auxílio para o pagamento de salários, redução da jornada de trabalho e suspensão temporária dos contratos de trabalho, estendido por mais dois meses; ii) nova rodada do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) com a disponibilização de mais R$ 12 bilhões em crédito; e iii) o pagamento do auxílio emergencial às famílias mais vulneráveis por mais quatro meses, com o novo valor de R$ 300.

                Neste último caso, porém, cabe ressaltar que, ainda que o auxílio emergencial tenha ajudado a recompor parcialmente a capacidade de consumo das famílias, as cestas de consumo da população concentram-se em itens essenciais, postergando o consumo de bens com maior valor agregado. Estes segmentos, como móveis e eletrodomésticos, vestuário e veículos, são dependentes do comportamento do mercado de trabalho, que tende a se manter altamente fragilizado até o final deste ano. Com isso, o nível de confiança do consumidor, também calculado pela FGV, aponta para uma recuperação, até agosto deste ano, de apenas 59% das perdas observadas entre março e abril, sendo importante frisar que esta confiança já vinha de um baixo patamar.

                Portanto, com estes dois agentes seguindo em direções opostas, a expectativa é de manutenção do cenário de recuperação do comércio varejista nacional neste segundo semestre, porém a um ritmo mais gradual em função da cautela dos consumidores e incertezas persistentes a respeito da evolução do mercado de trabalho e da segurança sanitária em todo o País.

                ¹ não contempla a venda de veículos, motos, peças e materiais para construção.

                Especialista do Setor Fernanda Rodrigues.

                • pandemia,coronavirus,covid-19,informação,setorial,impactos,economia,quarentena,isolamento,oil,gas,energia,gás natural,consumo
                  • Autor
                    Lafis
                  • Ano
                    2020
                  • Categoria
                  • Analista Responsável
                    Marcos Henrique
                  Para o ano de 2020, em que a recuperação econômica era esperada, a pandemia de Covid-19 adiou os planos, especialmente no que se refere à produção industrial, cujo gás natural é decisivo para abastecimento energético. Diante das paralisações e do estabelecimento da crise sanitária no país, já é esperada uma crise de confiança com significativa retração da demanda e da produção industrial. 

                  Assim, tanto os consumidores, como os investidores deverão postergar suas encomendas por muitos meses após o pico da crise. Setores como a construção, bem como a maioria dos segmentos da indústria de transformação (como o automobilístico, vestuário e eletrônicos) certamente amargarão maus resultados em 2020. Desta forma, a perspectiva da Lafis para o desempenho do PIB Indústria para este ano foi drasticamente reduzida, levando o setor à uma retração de 6,0%.

                  Os planos de decolagem para o setor, no entanto, devem ser adiados, ao menos no curto prazo, reforçado pela queda de consumo identificada pela Abegás. No que se refere aos impactos da pandemia, a demanda no segmento automotivo foi a que mais sofreu com a adoção de medidas preventivas que mantiveram a maior parte da população em casa – especialmente nos municípios com maior quantidade de carros movidos a GNV (Rio de Janeiro e São Paulo). 

                  Adicionalmente, os preços do gás natural praticados juntos às distribuidoras devem cair novamente; em 2020, o preço de referência acumula queda de 36% em dólar e 15% em real, o que deve impactar decisivamente o faturamento do setor. O marco regulatório, por sua vez, que tem como objetivo melhorar o ambiente de concorrência, ainda não saiu do papel e deve adiar os investimentos por enquanto.

                  Especialista do Setor Marcos Henrique

                  • indústria,montadora veículos leves,veículos,montadoras,isolamento,quarentena,economia,impactos,setorial,informação,covid-19,coronavirus,pandemia
                    De acordo com os dados da Anfavea, em agosto a produção de veículos leves atingiu um total de 201.830 unidades. O resultado representou um crescimento de 24,4% em relação à julho, e constitui-se no maior resultado mensal do ano de 2020, superando 200 mil unidades, indicando uma retomada consistente da produção de veículos dessa indústria, que foi fortemente impactada pelas paralisações da indústria no início da crise do Covid-19.

                    Assim, a partir dos resultados já observados, a produção de veículos leves acumula uma queda até agosto de 45% em relação a 2019. Enquanto isso, nessa mesma comparação, as vendas acumulam uma queda de aproximadamente 36%.

                    Dentre as oportunidades do setor em meio à crise, vale destacar que, surgiu o medo de utilizar o transporte público. Tal sentimento deve impulsionar as vendas de veículos sobretudo para as classes A e B, minimizando as perdas do setor no ano.

                    A Lafis considera que a produção de veículos leves no país em 2020 deverá atingir uma retração de aproximadamente 30%, cerca de 1 milhão de veículos a menos que o previsto no início do ano.

                    Especialista do Setor Laís Soares.