Novo no site?


Login


Esqueceu a Senha? (X)

Recuperar Senha


(X)

Digite sua nova senha


(X)

Já tem uma conta?


Inscreva-se


(X)
Farooq


BLOG LAFIS

Home Blog
  • Soja e Derivados,USDA ,exportações de soja ,soja ,oleaginosa ,soja em grão ,grão ,exportação,soja brasileira
    • Autor
      Lafis
    • Ano
      2019
    • Categoria
    • Analista Responsável
      Marcel Carneiro
    De janeiro a julho de 2019, a produção de equipamentos de comunicação*, segundo dados do IBGE, apresentou retração de 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, acentuando a tendência de desaceleração da produção setorial observada desde o final de 2017. Desde janeiro de 2019 a produção de equipamentos de comunicação registra queda no acumulado de 12 meses em relação aos 12 meses anteriores, alcançando -9,9% em julho.

    A base de comparação, a desaceleração da atividade econômica e as mudanças nos hábitos dos consumidores ajudam a explicar a tendência descrita acima. Um comportamento do consumidor que tem afetado as vendas de celulares no Brasil e no mundo é a postergação da troca de aparelhos, movimento que reflete também na aquisição de aparelhos mais caros e com melhores atributos, diluindo o valor do aparelho ao longo do tempo.

    O acirramento da competição global em torno dos smartphones e a ampla penetração nos mais distintos mercados levou empresas a buscarem alternativas para continuarem relevantes. O exemplo que mais tem se comentado no mercado é o da Apple, que diante deste cenário vem dando grande relevâncias aos braços de serviços (como música e pagamentos) e produtos (como a Apple TV e o Apple Smartwatch).

    (*) Este grupo compreende a fabricação de telefones e equipamentos de comunicação de transmissão de sinais e dados por meio de cabos ou ondas eletromagnéticas, tais como os equipamentos de emissão de imagens e sons (televisão e rádio) e outros equipamentos de comunicação sem fios.

    Especialista do Setor: Marcel Tau

    • Soja e Derivados,USDA ,exportações de soja ,soja ,oleaginosa ,soja em grão ,grão ,exportação,soja brasileira
      • Autor
        Lafis
      • Ano
        2019
      • Categoria
      • Analista Responsável
        Fernanda Rodrigues
      De acordo com o levantamento realizado pela consultoria Kantar, a participação de mercado dos atacarejos cresceu 2,5 p.p. entre março e maio deste ano, enquanto formatos mais tradicionais, como os hipermercados e supermercados de vizinhança, apresentaram uma redução na participação no mesmo período (-1,2 p.p. e -0,5 p.p., respectivamente). Desta forma, os resultados confirmam a tendência de crescimento dos atacarejos como importante canal de compra no Brasil.

      Ainda que uma futura melhora no mercado de trabalho, bem como na renda, seja favorável à volta do consumidor aos supermercados de conveniência – o levantamento apontou para uma expansão de 2,1 p.p. na penetração deste formato no período – a procura das famílias por uma combinação entre preços baixos e embalagens com maior custo-benefício seguirá no curto e médio prazo. Isto porque o brasileiro, desde a crise de 2008, voltou a fazer compras de abastecimento, o que favorece a escolha pelas lojas de atacarejo.

      Diante desta preferência, a Lafis acredita que o setor atacadista seguirá com o processo de atualização e ampliação de seus serviços. Estas iniciativas incluem tanto a continuidade do processo de conversão de super e hipermercados em atacarejos, bem como a expansão das lojas em regiões ainda carentes deste tipo de comércio. Além disso, parte dos investimentos serão direcionados para a digitalização dos processos, visando a implantação de tecnologias que otimizem o desempenho de inventários e do controle de estoque.

      Especialista do Setor: Fernanda Rodrigues

      • Soja e Derivados,USDA ,exportações de soja ,soja ,oleaginosa ,soja em grão ,grão ,exportação,soja brasileira
        Além de todas as ineficiências da estrutura tributária, logística, institucional, dentre outros (o chamado Custo Brasil) que o setor produtor de bens de capital convive, atualmente existe um outro desajuste que o impacta negativamente: a volatilidade cambial.

        No acumulado até agosto de 2019, a cotação média do Real ficou em R$ 3,86/US$, e ao comparar com o mesmo período de 2018, a cotação média do Real obteve desvalorização de 9,0% frente ao Dólar.

        Tal volatilidade, além de representar um aumento dos custos da cadeia (aumento dos preços de insumos que são importados), tem um efeito ainda mais nocivo que o valor do dólar em si. Uma vez que o setor detém uma alta sensibilidade às variações do câmbio, a falta de previsibilidade do valor do real em comparação ao dólar impossibilita qualquer exercício de projeção dos custos produtivos no médio prazo, prejudicando o planejamento das empresas do setor.

        Especialista do Setor: Felipe Sanches

        • Soja e Derivados,USDA ,exportações de soja ,soja ,oleaginosa ,soja em grão ,grão ,exportação,soja brasileira
          • Autor
            Lafis
          • Ano
            2019
          • Categoria
          • Analista Responsável
            Marcos Henrique
          O USDA divulgou nesta sexta-feira (13/09) relatório de exportações de soja e, para surpresa e alívio do mercado ao mesmo tempo, houve um número expressivo de vendas da oleaginosa dos EUA para a China, o equivalente a 204 mil toneladas. Há uma clara percepção de que ambos os países estão a caminho de uma redução gradual no conflito comercial, o que tende a beneficiar todo o mercado. Dada a demanda do gigante asiático, as cotações da soja subir; os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 29,00 centavos ou 3,34% em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,95 1/2 por  bushel.

          Esse movimento de reaproximação não assusta o Brasil, ao contrário, a maior demanda chinesa pressiona os preços do grão, que melhora a receita dos produtores internos. No entanto, caso a guerra comercial entre ambos termine, o aumento da oferta global tem potencial para derrubar os preços impactando negativamente a receita dos exportadores.

          Por fim, destaca-se que, a expectativa dos produtores do grão é de que enquanto a guerra comercial se mantiver, o Brasil terá grandes oportunidades de exportação. Nesse sentido, a despeito da queda de 26% da participação chinesa nas compras da soja brasileira acumulada em 2019, esse país ainda é responsável por cerca de 75% da demanda e, caso não consiga firmar acordo com os EUA, deverá aumentar ainda mais suas compras no Brasil. O câmbio é outra variável importante que vem animando os produtores internos, pois a recente desvalorização observada, ainda que resultado do chamado “efeito contágio” em relação à Argentina, é de fundamental importância para os exportadores.

          Principais destinos da soja brasileira por receita – em % - Acumulado de Jan-Ago/2019

          Especialista do Setor: Marcos Henrique

          • Pesquisa Mensal do Comércio ,IBGE,Eletrodomésticos ,varejo ,Linha Branca ,Linha Marrom ,Linha Portáteis
            De acordo com os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (IBGE), o volume de vendas no varejo do segmento Eletrodomésticos apresentou uma queda de 1,5% nos primeiros sete meses de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi contra a tendência do varejo geral, que apresentou um crescimento de 1,2%.

            As dificuldades para a retomada das vendas estão relacionadas a diversos fatores, vale destacar: perda do poder de compra das famílias pelo elevado nível de desemprego, aumento da informalidade, que tradicionalmente apresenta uma remuneração abaixo da média nacional, e maior endividamento das famílias.

            De acordo com a última divulgação da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias com dívidas alcançou 64,8% em agosto de 2019, o que representa uma alta em relação aos 64,1% de julho de 2019, os aumentos mensais foram consecutivos este ano, e em agosto o índice atingiu o maior nível de endividamento desde julho de 2013. Em agosto do ano passado, o nível de famílias endividadas era de 60,7%.

            O Governo Federal anunciou recentemente a liberação de recursos das contas do PIS/Pasep e do FGTS para estimular o consumo nos últimos quatro meses do ano, estima-se que ocorra R$ 30 bilhões em saques. As estimativas da CNC é que R$ 13,1 bilhões serão gastos no comércio (R$ 9,6 bilhões) e nos serviços (R$ 3,5 bilhões), além de R$ 12,2 bilhões (40% do total) que serão utilizados pelos consumidores para reduzir o endividamento e R$ 4,7 bilhões (16% do total) que deverão ser poupados ou consumidos apenas em 2020.

            As lojas especializadas nas vendas de móveis e eletrodomésticos (R$ 1,7 bi) devem estar entre os segmentos mais beneficiados, de acordo com as estimativas da entidade.

            Assim, a Lafis espera que o setor apresente um crescimento no terceiro e quarto trimestre de 2019, o que deverá contribuir para um fechamento positivo ao final de 2019.

            Analista do Setor: Laís Soares.

            • telecomunicações, empresas do setor telecomunicações, empresas do segmento telecomunicações, setor telecomunicações, segmento telecomunicações, economia, macroeconomia

              O número de instalações de telefones fixos ao final de julho de 2019 somou 35,44 milhões de linhas, redução de 7,9% em relação ao mesmo mês de 2018, mantendo a tendência de queda no segmento. Cabe destacar que a maior queda das instalações de telefones fixos ocorreu no segmento de concessionárias, enquanto no segmento de autorizadas a redução foi menor, -9,7% e -5,6%, respectivamente.

               

              Quanto à internet banda larga, esta continua a crescer embora em um ritmo inferior ao verificado durante o ano de 2018, mas ainda assim com uma taxa de crescimento de 4,6%, comparando os acessos de julho de 2019 com o mesmo mês de 2018, totalizando 32,1 milhões de acessos.

               

              No que diz respeito a TV por assinatura, o segmento continua registrando queda desde outubro de 2015, encerrando julho de 2019 com queda de -7,4% em relação ao mesmo mês de 2018.

               

              A concorrência com outros serviços, com destaque para o streaming (Netflix, Amazon Prime, HBO Go, etc.) ajuda a explicar a retração dos acessos de TVA, enquanto a ascensão do WhatsApp e telefonia móvel são alguns dos fatores que explicam o movimento de retração da telefonia fixa. O baixo dinamismo econômico também afeta o desempenho de tais segmentos, assim como restringe maiores taxas de crescimento da banda larga fixa.

               

              Especialista do Setor: Marcel Tau


              • Biodiesel,diesel,ANP,B11,ABIOVE,combustível,emissão de gases,gases de efeito estufa,gases,efeito estufa
                • Autor
                  Lafis
                • Ano
                  2019
                • Categoria
                • Analista Responsável
                  Marcos Henrique

                Novos testes realizados no início de agosto destravaram o aumento para 11% na mistura do biodiesel no diesel; programado para junho deste ano, a medida havia sido congelada diante de testes inconclusivos sobre o desempenho dos motores de veículos automotores. Com isso, a ANP autorizou a mudança para o B11 a partir de setembro, o que motivou declaração positiva da ABIOVE: “O resultado é a retomada do cronograma que vai entregar um combustível que reduz a emissão de gases de efeito estufa e melhora a qualidade do ar nas cidades para o consumidor final. Além disso, com o cronograma em vigor, a setor poderá seguir investindo”.

                Com a mudança no percentual da mistura obrigatória, do biodiesel no diesel (de 7% para 11%) o setor estima uma expansão importante da fabricação do combustível. O nível de ociosidade tende a ser menor, tendo em vista as mudanças estruturais na lado da oferta, como a crescente necessidade de substituição dos combustíveis fósseis. Em complemento, medidas de modernização dos motores que visam economia de recursos e menor poluição, contribuirão positivamente para o novo ciclo. Soma-se a isso a crescente produção de soja que auxiliará na redução das pressões de custo para o setor.

                A expectativa com relação à melhora na atividade pós-reformas macroeconômicas, estimula maior fluxo de transporte que, por sua vez, deverá manter a produção de combustíveis, de maneira geral, em patamar elevado e o biodiesel, em particular, com crescimento constante como se pode observar no gráfico a seguir.

                Especialista do Setor: Marcos Henrique


                • Trigo,Trigo e Derivados,Abitrigo,cereal,grão,área plantada,plantio,safra

                  A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) apresentou uma proposta de Política Nacional do Trigo. Trata-se de um conjunto de medidas a serem sugeridas ao novo governo para incentivar a produção, o consumo e o comércio exterior do cereal. Tendo em vista políticas bem estruturadas para outros setores e seus impactos positivos, os produtores de trigo esperam ser levados em consideração nessa disputa, sobretudo diante da expectativa de entrada de trigo dos EUA sem tarifas, o que é incomum para países de fora do Mercosul.


                  O saldo da visita de Bolsonaro ao presidente Donald Trump em março deste ano, tem se mostrado mais positivo para os EUA, tendo em vista a perspectiva de entrada do Brasil na OCDE, o que o obrigaria a abandonar o status de país em desenvolvimento junto à OMC, resultando em vantagens comerciais para o Brasil. A ausência de contrapartidas na mesma intensidade das vantagens oferecidas aos EUA reforça a ideia de maior desequilíbrio de relações já desequilibradas.

                   

                  Do ponto de vista da produção interna do grão, cuja disponibilidade interna é reduzida, tornando o país dependente de importações, a Conab revisou o quantitativo de área plantada devido à retração de intenção de plantio, perfazendo um total de 1,97 milhão de hectares de trigo no Brasil. Essa diminuição se deve ao receio dos produtores quanto a problemas enfrentados na safra passada, em relação à produtividade do trigo. Foram realizados ajustes no Quadro de Oferta e Demanda do Trigo em relação à produção, que deverá ser 5,47 milhões de toneladas, ou seja, 0,7% superior à da safra passada, dado o aumento de 4,2% de produtividade.


                  Especialista do Setor: Marcos Henrique


                  • Têxtil,Têxtil e Confecções,Roupas,indústria da moda,moda,vestuário,design

                    A mudança de hábitos dos consumidores tem provocado as empresas a reinventar os seus negócios para sobreviver, de tal forma que, não basta apenas adotar novas tecnologias, e sim compreender as novas demandas do consumidor no mundo atual.


                    Em relação a indústria da moda, dados de um estudo divulgado pelo site ThredUP mostram que a quantidade de itens de vestuário no armário dos americanos vem caindo, uma vez que, eles passaram a alugar mais roupas, e até mesmo vender alguns itens do guarda roupa antes de comprar peças novas, e muitas vezes acabam comprando peças usadas. O consumo de peças usadas tem aumentado.


                    Grandes marcas americanas, como Urban Outfitters, Banana Republic e até a tradicional Bloomingdale’s já incorporaram essa mudança de hábitos do consumidor, e já se lançaram no negócio de venda de assinatura de roupas, que permite que as clientes levem emprestada determinada quantidade de peças, e devolvam após usar.


                    No Brasil, após um longo período de crise, com aumento do desemprego, perda do poder de compra das famílias, os consumidores seguem cada vez mais cautelosos, alterando seus hábitos de consumo, de tal forma que, o minimalismo se coloca como uma tendência que veio pra ficar. O minimalismo muitas vezes relacionado à moda, ao design é um estilo que de vida que se contrapõe a ostentação das redes sociais e ao consumo desenfreado, sob o slogan de que “menos é mais”.

                     

                    Nos primeiros sete meses de 2019, a produção industrial do segmento de Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios (IBGE) apresentou uma variação de 0,5% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas e a produção do setor têxtil seguem estagnada no País, mas vale ressaltar que ainda existem oportunidades para que as empresas sobrevivam a esse longo período de estagnação da economia brasileira.


                    Analista do Setor: Laís Soares


                    • tecnologia da informação, empresas do setor tecnologia da informação, empresas do segmento tecnologia da informação, setor tecnologia da informação, segmento tecnologia da informação, economia, macroeconomia

                      O volume de serviços de tecnologia de informação avançou significativamente ao longo do primeiro semestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior: + 13,1%. No acumulado em 12 meses, o setor apresentou expansão de 11%.


                      A Lafis considera o setor de tecnologia da informação como um dos mais dinâmicos dentre os setores acompanhados, considerando que, enquanto grande parte dos setores apresentaram queda entre 2015 e 2016, seguida de recuperação gradual, o setor de serviços de TI apresentou crescimento moderado durante todo o período de crise e aceleração do crescimento a partir de meados de 2018 em um movimento que permanece ao longo de 2019.


                      O avanço de distintas tecnologias que tem em comum a busca das empresas por maior produtividade e a maior digitalização da economia são fatores que colaboram para a tendência observada.


                      Especialista do Setor: Marcel Tau


                      • termoplásticos, empresas do setor termoplásticos, empresas do segmento termoplásticos, setor termoplásticos, segmento termoplásticos, economia, macroeconomia
                        • Autor
                          Lafis
                        • Ano
                          2019
                        • Categoria
                        • Analista Responsável
                          Felipe Souza

                        Segundo a Abiquim, no acumulado do ano até maio, a produção de resinas termoplásticas apresentou uma retração de 0,8% quando comparado com o mesmo período de 2018. Esse mau resultado se dá em virtude do insatisfatório desempenho do PIB nacional. Como a química está presente e tem forte correlação com praticamente todas as cadeias de produção, seu desempenho é diretamente impactado pelos resultados da atividade econômica nacional.


                        Se este fato, por si só, já seria um grande obstáculo para o setor, pressionado pela variação cambial, a indústria produtora de resinas termoplásticas ainda tenta buscar alternativas para melhorar suas margens neste ambiente desafiador.


                        Isto deve-se pelo fato das principais matérias-primas (nafta e gás natural) que são importadas e precificadas em dólar, foram encarecidas devido à desvalorização cambial. Assim, para a indústria nacional este cenário é complicado, considerando a dificuldade das empresas produtoras de resinas termoplásticas em repassar os aumentos de custos em um momento de fraco dinamismo industrial e ainda fraca demanda por tais resinas.


                        Especialista do Setor: Felipe Souza


                        • fertilizantes, empresas do setor fertilizantes, empresas do segmento fertilizantes, setor fertilizantes, segmento fertilizantes, economia, macroeconomia
                          • Autor
                            Lafis
                          • Ano
                            2019
                          • Categoria
                          • Analista Responsável
                            Marcos Henrique

                          A demanda mundial de alimentos é crescente, e a produtividade é ainda maior, assim como o grau de tecnologia também. Nesse sentido, embora não sejam esperadas taxas de crescimento como as observadas na primeira década do século XXI, sobretudo em função do modelo de crescimento chinês estar mais voltado para dentro, as commodities como um todo devem manter um nível relativamente estável.


                          Nesse sentido, as importações de fertilizantes tiveram alta de 6,2% no primeiro semestre de 2019, em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os últimos dados disponibilizados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A taxa de câmbio oscilante e que vem se desvalorizando diante do turbulento cenário global, é uma preocupação constante para os produtores agrícolas, dada a dependência de importados no setor. Em 2018, do total de fertilizantes entregues ao mercado (35,5 milhões de toneladas), 77,4% vieram de importações.


                          Portanto, diante de um cenário internacional de competição cada vez mais arriscada, especialmente no que se refere ao conflito entre EUA e China, os efeitos deletérios sobre a taxa de câmbio trazem preocupação ao setor como um todo. A saída para o problema, todavia, depende de mudanças com impactos a médio e longo prazo; nesse caso, a expansão dos investimentos no setor é decisiva para promover mudanças estruturais.


                          Especialista do Setor: Marcos Henrique