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  • energia elétrica,  economia, macroeconomia, setor distribuição energia, segmento distribuição energia, transmissão energia, setor transmissão energia, segmento transmissão energia
    O BNDES aprovou financiamento no valor de R$ 5,2 bilhões para a Xingu Rio Transmissora de Energia (XRTE), empresa pertencente ao grupo chinês State Grid, para implantação de sistema de transmissão que irá conectar a Estação Conversora Xingu (PA) à Estação Conversora Terminal Rio (RJ) para escoamento da energia gerada pela Usina Hidrelétrica (UHE) Belo Monte, localizada no estado do Pará. Essa linha de transmissão constituirá o 2º bipolo para transmitir à Região Sudeste a energia da UHE Belo Monte quando a usina estiver gerando a plena capacidade.

    O empréstimo do BNDES para a XRTE representa 61% dos investimentos totais do projeto, no valor de R$ 8,5 bilhões.

    A Lafis apontou este investimento pelo volume de recursos envolvidos, mas as considerações a seguir servem não somente para este investimento específico, mas também para os diversos aportes no segmento de transmissão de energia que já ocorreram e estão por vir. A ideia central, é que dois fatores são necessários para que hajam recursos para projetos de transmissão: capital, principalmente do BNDES de um lado e uma empresa capitalizada e com grande expertise do outro (neste caso específico, uma das maiores empresas do setor de energia do mundo). 

    Assim, a Lafis considera crucial, não só para a sustentação dos investimentos em transmissão, mas para toda a cadeia setorial, a manutenção da atuação do banco nos projetos de energia elétrica no país, o que, diga-se de passagem, está em linha com as sinalizações do futuro presidente do banco, Joaquim Levy e taxas justas de retorno dos projetos. Isso deverá permitir a remuneração das empresas, do próprio banco, ao mesmo tempo que se refletem em tarifas de energia que caibam dentro do orçamento dos consumidores finais.

    Especialista do Setor Marcel Tau